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terça-feira, 29 de julho de 2014


só te quero comigo. preciso de ti mais do que nunca.
mas confundes-me como ninguém. adormeço às 6h ou 7h da manhã porque a minha mente não arranja uma maneira de parar de pensar. em mim. em ti. em nós. ora na dura realidade, ora em utopias daquilo que poderíamos ser. e só quando o cansaço domina o meu corpo, consigo adormecer. passo o dia sem me lembrar de ti (90% do tempo), mas de repente, voltas à minha mente e arrebatas-me como se recuássemos 2 anos, ao momento em que o nosso olhar se cruzou pela primeira vez. é em ti que penso nas horas nostálgicas. é o teu nome que escrevo num vidro embaciado. é de ti que as músicas e filmes me fazem lembrar. é contigo que queria partilhar os meus dias. era a ti que me queria entregar de corpo e alma, sem pensar nas consequências. és das pessoas em quem mais confio, apesar de tudo. sabes os meus segredos e confidências. independentemente de tudo, estás comigo de manhã, à tarde, à noite e de madrugada. à nossa maneira, mas é verdade que não me lembro de me abandonares. e embora te tenha uma raiva tal que percorre todo o meu corpo, no fundo sei que és uma das melhores pessoas que conheço. mas que também és humano, e como tal, erras, tal como eu. embora me apeteça espancar-te durante maior parte do tempo, sei que também só quero saltar para os teus braços sem pensar duas vezes. e sim, nunca me abandonaste. mesmo quando não te contava as coisas que me atormentavam, acabavas sempre por descobrir e não descansavas enquanto não me sentia um bocadinho melhor. ainda hoje o fazes. e no momento em que anda toda a gente ocupada com os seus próprios problemas e em que me sinto um pouco "abandonada" (podemos dizer), ao menos, sei que és das poucas pessoas que se preocupa realmente comigo e que, apesar de tudo, não me abandonou. porque um simples "estás bem?" verdadeiramente sentido, com preocupação e sem obrigação, vale muito mais do que aqueles "espero que estejas bem" que só têm como intuito uma resposta rápida seguida de um "e tu?" tão desejado. enfim. és uma das pessoas mais importantes, quer queira, quer não, e lá está, embora te tenha uma raiva descomunal, quando me sinto sozinha, estás lá para mim. tal como eu estou sempre aqui para ti, apesar de tudo. como hoje.
mesmo assim, quero-te de uma maneira que nem eu mesma sei explicar. quero-te comigo. quero-te sentir-te nem que seja só mais uma vez. mas como disse, confundes-me como ninguém, e eu não sei se aguento mais isto. não sei se o melhor não será simplesmente baixar os braços e desistir. deixar de lutar e ficar apenas por uma simples amizade. com memórias, mas uma amizade. talvez seja mais seguro. 
mas será que o mais seguro é o melhor para mim?
probably not.

sábado, 19 de julho de 2014


"and your heart's against my chest, your lips pressed to my neck. I've fallen for your eyes, but they don't know me yet. and with a feeling I'll forget, I'm in love now." 

Queria poder voltar a sentir o teu coração perto do meu. A tua respiração no meu ouvido. Os teus braços a apertarem o meu corpo contra o teu. O teu perfume em mim. Os teus lábios nos meus. Queria poder voltar a sentir o teu toque. Poder voltar a olhar-te olhos nos olhos. Queria tudo o que tivemos. Queria tudo o que não tivemos mas que poderíamos ter tido. Queria poder voltar. Não sei se ao que éramos, se ao que desejávamos ser. Ou ao que devíamos ter sido. Queria tanto poder voltar. 
Mas infelizmente, às vezes não basta querer.

Almost 2 years since we first met.

"Agora que isto aconteceu, acredito em almas gémeas." queria tanto que estivesses aqui. *

segunda-feira, 14 de julho de 2014


pretty much.
tenho tantas, tantas saudades, por muito que me custe admiti-lo. e todos os dias luto por (mais) uma oportunidade, mesmo sem mostrar ou admitir que a quero e que preciso dela mais do que nunca. todas as noites, quando não consigo dormir, é até ti que a minha mente me leva. à minha idealização daquilo que poderíamos ter. se me desses uma oportunidade. se eu te desse uma oportunidade. se me desse a mim mesma uma oportunidade. se conseguisse quebrar a barreira que criei, sem ter medo de me magoar. só queria que tudo fosse mais fácil e que não estivesse há 2 anos a lutar por algo que parece que só eu quero. para além do medo de me magoar, tenho medo de perder uma oportunidade. mas se não ma deres, ou se eu não a criar, não a estou a perder, certo?                                                                   certo.
não perco a oportunidade, mas perco-te a ti.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Só eu sei o quanto fui feliz aqui. Aliás, na altura não o sabia e isso transtorna-me de uma maneira que nem consigo explicar. Voltava sem pensar duas vezes. O que muda em apenas um ano...
"Se eu pudesse, se eu tivesse, algum poder, que mo trouxesse de volta, eu começava                  tudo de novo".
O meu maior desafio. "Só eu sei o quão feliz fui aqui."


 idc, honestly.