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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mil abraços para ti, meu amor. Síncope. Desejos de realidade. Nostalgia. Confusão. Amor.



Há umas horinhas abri uma página em branco para escrever algo aqui. Não sabia bem o quê. Até que, de repente, o Mundo respondeu à minha pergunta de forma totalmente inesperada. Talvez tenha sido o Karma. Talvez o destino. Talvez tu. De forma directa. Indirecta. Não sei. De repente, num rasgo de segundos, descubro que hoje é ''O Dia do Abraço'' graças a uma publicação tua. Simultaneamente, relembro que hoje fazem 10 meses que efectivamente nos conhecemos. A primeira vez que estivemos juntos pessoalmente. A primeira vez que te vi. Que te ouvi. Que te senti. Ainda relembro cada minuto. Cada segundo. Cada momento. Cada palavra. Cada abraço. Cada beijo. Cada sorriso. Cada olhar. Cada toque. A confiança. A empatia. O sonho. A realidade. O amor. A felicidade. O conforto.  A segurança. O porto de abrigo. Relembro cada momento como se tivesse sido ontem. Mas, ao invés de ficar feliz, neste momento, fico nostalgicamente triste. Porquê? Porque já não percebo nada. De ti. De nós. Até de mim, por vezes. Não me vou repetir em dizer que tanto me surpreendes como me desiludes a uma velocidade estonteante. Mas é a realidade. Infelizmente. Queria que tudo fosse como foi há 10 meses. Perfeito. Impossível e irrealmente perfeito. Simples. Claro. Agora, não sei no que pensar. Quero-te comigo. Perto de mim. A meu lado. Peço-te. Depois de me mentalizar do dia em que estávamos, o meu coração parou. A minha respiração bloqueou. Os meus olhos expressaram o que eu não conseguia proferir em palavras, deixando que quentes e salgadas lágrimas se colocassem à vista, não se deixando, no entanto, derramar. Talvez por serem incertas, tal como as palavras que eu iria proferir. Nesse momento, olho para o relógio. Irónico. 22h22min. Congelei, mas o meu corpo tornou-se num incêndio de nostalgia, dada a sua temperatura exterior e a sua confusão interior. Então, permaneceste na minha mente no resto das horas. Só queria falar contigo. Falar contigo por aqui. Ligar-te. Ao teu irmão. Para tua casa. Para a tua mãe. Para o teu pai. Para o R. Para a T. Eles haviam de te comunicar algo. Queria ir aí. A pé. De carro. De comboio. De eléctrico. De avião. De jacto. De bicicleta. Patins. Canadianas, ahaha. Queria estar aí. Perto de ti. A teu lado. A qualquer hora. Onde quer que fosse. Teria de ser contigo. Hoje, neste dia, independentemente de tudo, obviamente que preciso de ti. Aliás, mais do que nunca. Dia 29 aproxima-se. Até tenho medo. Será igual ou pior. E daqui a 2 meses, como será? 1 ano. Vais-te esquecer de mim? Ou vens aqui finalmente? Vou esperar, deambulando por ruas atoladas de sentimentos confusos, indecisos, nostálgicos, apaixonados. Pelas minhas ruas. Pelas tuas. Pelas nossas ruas. Vem ter comigo. Dá-me um abraço. Protege-me de todo o mal. Abriga-me. Conforta-me. É só isso que preciso neste momento. De um abraço. Teu. Preciso. De ti. Envolve-me nos teus braços. Faz-me crer novamente que o mundo parou para nós. Acreditar que está tudo perfeito. Deixa-me acreditar nisso enquanto me abraçares. E depois disso também. Preciso do teu abraço. Sentido. Apertado. Em que duas almas se unem numa só. Um abraço com tantas palavras escondidas. Com tantos sentimentos silenciados. Dá-me essa força que existe presa a ti. Liberta-a. Prolonga-a para a minha existência. Em cada centímetro quadrado da minha pele. Seremos um só coração. Coração esse que bate na força de duas almas apaixonadas. Com amor. Enovelados e protegidos de qualquer tempestade. Por favor. Não penses. Diz-me alguma coisa. Mostra-me qualquer coisa. Nem que sejam as palavras e os gestos mais insignificantes que existem. Irão valer o Mundo para mim. Por favor. Imploro-te. Suplico-te. Não sabes o quão estranha e mal estou. Não fazes ideia. Acima de tudo, estou enraivecida contigo, mas uma tristeza nostálgica ronda a minha alma e deixa-me permanentemente pensativa. Estou num Mundo aparte. Nos meus pensamentos, estou contigo. Aqui ou aí. Neste Mundo ou noutro qualquer. Estamos juntos. Que tal tornar esses pensamentos realidade? Diz-me que ficas comigo. Só preciso de saber isso. Independentemente de tudo o que sinto, tinha de te dizer algo hoje (já que tu não o fazes). Não podia deixar de o fazer. Mil beijos. Hoje, mil e um abraços. Enfim. Síncope. Amo-te. *

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Dualidades. Síncope. Dúvidas. Certezas. Possibilidades. Amor. Eterno. Genuíno. Será? Amo-te. *


Não vou dizer nada de especial desta vez. Aliás, não vou dizer praticamente nada. Não consigo. As palavras bloquearam ainda mais. Enclausuraram-se na minha garganta. Nos meus lábios. Nos meus olhos. Na minha mente. No meu coração. Na minha alma. Não querem abandonar o âmago do meu ser. Insistem em atormentar-me. Tal como já tinha dito, agora que tudo se estava a encaminhar... agora que eu já conseguia ver um resquício de luz no meio de toda a escuridão em que me encontrava... precisamente agora.  Teriam de me cegar ou de me vendar os olhos. Tinha de voltar à escuridão que fora dilacerada pelas minhas lágrimas e pela dureza da realidade. Realidade que eu já não sei qual é ao certo. Faltam-me as palavras. Perco-as por aí. Algures. Talvez ao virar de qualquer esquina. Algures no Centro. Algures no Sul. Aqui. Aí. Comigo. Contigo. Connosco. Com o que ainda resta de nós. Neste momento, penso que o melhor é ficar calada. Muda em silêncios que têm tanto para dizer. Em sentimentos que têm tanto para expressar. Estou de novo perdida. Começava a encontrar-me de novo. A mim. A ti. A nós. Agora? Só vejo um misto de encontro e abandono. Mais dualidades contrastantes. Explica-me. De uma vez. O que sentes por mim? Sou minimamente importante? É que... já não sei. Dizes-me aquilo tudo... e hoje estás cá em Lisboa OUTRA VEZ e não me dizes nada? Por favor, explica-me apenas o porquê.s Só isso. Porquê? Não estou a perceber, juro! Achas que se eu fosse aí não te avisava? Óbvio que avisava. Eu quero estar contigo! Pois, se calhar é isso. Se calhar não queres estar comigo. Ou se calhar ainda não estás pronto para estar comigo. Ou se calhar nunca quiseste. Nem nunca irás querer. Ou se calhar não queres estar pronto. Não sei. Não sei nada. De novo. Antes das poucas coisas que sabia era que te amava e que tu me amavas. Pois. Já nem isso sei. Já só sei uma delas. Sei que te amo mais que tudo. Que sinto algo que nunca senti por ninguém. Que o sinto por ti. Tu? Já não sei. Dizes que queres vir cá. Que queres estar comigo. Curioso. Tens vindo cá muitas vezes ultimamente. Ainda mais curioso é que ainda não estivemos, efectivamente, juntos. Eu quero-o. Muito. Compreendo-te, por um lado. As pessoas conhecem-te. Provavelmente se nos vissem, iriam pensar algo. Ou não, não sei. Mas... se me amasses mesmo, estarias disposto a isso e muito mais. Lá está. Será que me amas? Será que algum dia sentiste algo por mim? Se calhar, tens vergonha de mim. Tens vergonha que o Mundo me veja contigo. Até que é compreensível. Não sou nenhuma deusa grega idealizada e cobiçada pelas mentes masculinas. Não tenho a tua idade. Não moro onde tu moras. Não sou modelo. Não me chamo Carla. Nem Mariana. Nem nada. Sou uma miúda. Uma fã (a quem por acaso tu dizes que amas e que é a mulher da tua vida há quase 10 meses), uma mera fã. Uma admiradora. Uma criança que ainda não viveu nada. Que não sabe nada. Uma nulidade, talvez. Sim, alguém para promover a fama e uma forma de praticar o romantismo através de um suposto e talvez ilusório amor atolado de palavras também elas ilusoriamente mágicas e apaixonadas. Ainda agora demonstraste o teu imenso gosto em estar aí. ''Jamie Cullum. Tão bom x)'' Quer dizer... estás aqui e ouvir Jamie Cullum é que é maravilhoso? A sério? Eu compreendo, mas... A sério?! Sabes o que é que era bom? Que estivesses aqui. Que me deixasses agarrar-te. Beber dos teus sorrisos suaves e das tuas magias de amor. Que me deixasses saber-te real como o quão gosto de ti. Que me deixasses beijar-te os sonhos. Acariciar-te os desejos. Fazer de ti o homem mais feliz do mundo. Que me deixasses ser feliz contigo, neste misto de sentimentos e borboletas na barriga. Queria que me provasses. Que me dissesses. Que me mostrasses. Que me deixasses entender a realidade. Queria que viesses ter comigo. Que me ligasses. Que me deixasses ouvir a tua voz. Que viesses cá. Que cumpríssemos os nossos planos. As nossas promessas. Que me mostrasses o peso de cada palavra e de cada frase que me dedicas, mas em actos. Em atitudes. Queria que nos sentíssemos. Que nos víssemos. Que nos ouvíssemos. Que sentíssemos o perfume um do outro. O toque. O beijo. Que nos envolvêssemos no abraço um do outro. Nas nossas palavras. Que nos amássemos. Que nos tivéssemos um ao outro. Se é que alguma vez te tive ou te terei. Mas para isso, é preciso que venhas. Mas quando vens? Cada dia a mais é um dia que já perdeste. Que desperdiças. Que me dói. Amor. Dá-me mais um sorriso e eu fico minimamente bem. Embora deseje e anseie por muito mais, contento-me com um sorriso teu. Sincero. Genuíno. Sem ti o que será de mim? Amo-te. Diz-me que existes e vais existir sempre na minha vida. Diz-me que estás aqui e nunca te irás embora. Quero agarrar a realidade e nada mais importa. A minha felicidade és tu, por isso, quero-te a ti. A realidade somos Nós. Nós e o mundo. Quero que sejamos nós os donos do nosso mundo. Os criadores do nosso destino. Quero esta realidade e mais nenhuma. Quero-te quando acordar e não só enquanto durmo. Somos Um. Uma alma entre dois corpos. Um desejo entre dois sonhos. Um coração entre duas pessoas. Um acreditar entre duas vontades. Um sorriso entre duas alegrias. Um conforto entre duas companhias. Somos uma paixão que (supostamente) sobrevive a supostas razões. Somos um tudo no meio do nada. Somos Eu e Tu. Somos o Amor mais impossivelmente possível que eu conheço. Agora, eu quero é acreditar que este tal Amor é realmente genuíno. Pois. Não sei. Tenho dúvidas. Imensas. Mas neste momento acho que não. É genuíno da minha parte. Da tua, terás de ser tu a dizer-mo. Por isso, vá. Diz-me. Mostra-me. Dizes que sou a tua felicidade. A tua vida. O teu Mundo. Então corre atrás dela e luta. Por ela. Pela tua felicidade. Por mim. Peço-te. Estás a destruir-me por dentro. Mas eu fico bem, dentro dos possíveis. Não me deixarei ir abaixo. Não o prometo, mas vou tentar. Sinais de Síncope. Mais uma vez. Não consigo lutar contra o que sinto por ti. Amo-te. *

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Incompreensão. Bipolaridade. Esperança. Desistência. Dualidades. Dormência. Emoção. Síncopes. Amor. Verdadeiro. Eterno. *


Agora parece que isto de vir aqui escrever para ti e por ti se tornou um hábito. Já é algo que faz parte de mim. Hoje dei por mim a escrever uma das nossas frases num caderno. Assim do nada. Depois escrevi ''Amo-te''. Não me tinha apercebido até mo dizerem. Ao me deparar com aquilo, não consegui evitar nem disfarçar a estupefacção e a surpresa ao ver que tinha escrito tais palavras. Como? Ugh. Esta é daquelas vezes que não sei o que dizer. O que escrever. O que pensar. O que sentir. Mas desta vez, não sei mesmo. Sinto-me tão estranha. Nunca me senti assim em toda a minha existência. Não sei explicar como estou. Penso que não há explicação nem denominação possível para aquilo que estou a sentir. Estou tranquila. Um pouco dormente. Não sei no que hei-de pensar. Fiquei assim desde que li a tua mensagem. Ou então, desde o concerto. Se calhar foi uma junção das duas. Mas admito. Pensava que não me irias responder. Para mim, a mensagem, que me devia ter deixado feliz, pelo menos, provocou em mim uma sensação que eu até agora desconhecia. E embora a sinta fervorosamente, não a conheço. É como se a mensagem não tivesse sido para mim. É como se eu estivesse simplesmente a ler algo escrito por alguém supostamente arrependido mas sobretudo apaixonadíssimo pela pessoa a quem a enviou. Colocando tudo isto para o meu lado, já não é o mesmo. Transfigura-se. Não penso que seja possível que me ames realmente. A mim? Penso não ser merecedora de tal sentimento da tua parte. Porque não outra? Sinceramente. O que viste em mim? Não há nada para ver e muito menos para se apaixonar. Como? Daí a minha interrogação constante. Será verdade? Ou será que não passa de uma ilusão? De uma fachada? Neste momento, ainda não o sei. O choque foi tal e a suposta recuperação tão rápida, que neste momento, sinto que a minha mente apagou tanto o concerto como o texto. Tenho de me esforçar para me lembrar de ambos. Não necessito de muito esforço, mas não é algo instantâneo, como era suposto ser. Não é que eu não confie em ti. Sabes que confio mais em ti que na própria lua. Mas talvez não confie em mim. Não sei, é demasiado estranho, novo e peculiar. E é mais que óbvio que te vou perdoar, não sejas tolo. Sabes que te amo. Mais que tudo o que reside à minha volta. Ou pelo menos, mais intensamente que qualquer uma dessas coisas. Trocava todas as superficialidades deste Mundo para ficar contigo. Todas. Uma por uma. Eu não as quero. Algum dia deixarão de ter valor. Ou por muito que não percam o seu valor, nunca significarão tanto para mim como tu. Por isso, obviamente que fico contigo. Mas peço-te apenas uma coisa. Um pouco de tempo. Só para assimilar tudo. Não deixaremos de falar, óbvio. Se tiveres algo a dizer-me, diz-me, que eu farei o mesmo. Mas procura-me apenas quando precisares, muito ou pouco, mas quando precisares. Dá-me um pouco de tempo para pensar. Quero reflectir. Quero chegar à conclusão de que preciso mesmo de ti. Quero sentir ainda mais a tua falta para me aperceber do que já sei. Que realmente amo mesmo alguém e esse alguém por acaso és tu (reconheces o discurso? ahaha). Preciso de chegar a essa conclusão. Sozinha. Reflectindo. Sentido. Vivenciando. Só um pouco de tempo. Um pouco de ar. Um pouco de espaço para respirar. Um pouco de acalmia. Um pouco da brisa do mar. Sabes do que preciso? De ir àquela praia. A nossa. Ainda a havemos de ''estrear''. *como é que era? ''Havemos de ir lá. Estreá-la. No sentido de que ela irá presenciar pela primeira vez um amor verdadeiro e eterno, ao contrário dos corriqueiros e passageiros que por lá passam. Irá ser o nosso túmulo. O nosso refúgio. O nosso diário. Será a testemunha desta vida, porque acredita que um dia serás a minha.''* Preciso dela. Preciso de me sentar na areia e sentir o tempo parar por segundos. Preciso de sentir o cheiro da água salgada. Preciso de conseguir respirar fundo, sorrir verdadeiramente, ser um pedaço vivo neste mundo, que se move desalmadamente. Preciso tanto daqueles abraços que dizem mais do que qualquer palavra possa expressar. De um abraço teu. Preciso de me sentir livre, dona de mim mesma. Preciso de me saber amar verdadeiramente. Porque amar-te a ti já eu sei. Só espero que depois não me deixes. Não te esqueças que és o que me faz levantar da cama e acordar, acordar para um novo dia. Estás comigo, acordada ou a dormir. De dia. De noite. Feliz. Triste. Melancólica. Apaixonada. Preocupada. Zangada. Divertida. Pensativa. Em cada momento do dia. Temos uma ligação como ninguém. Nada nem ninguém nos irá separar. Nem ontem. Nem hoje. Nem amanhã. Nem nunca. Prometo. Tal como prometo que te amarei sempre com todas as minhas forças. Estás comigo. Mesmo que distante por quilómetros. Quilómetros que afastam os nossos lábios. O nosso olhar. O nosso coração. Pensamentos. Sentimentos. Emoções. Amor. Ficas comigo? Fica comigo. Pergunto-me o mesmo que tu. será que fui eu te perdi? Será que fui eu que me perdi? Ou será que fui eu que nos perdi? Não quero que isso seja verdade. Só de pensar, destruo-me um pouco a mim mesma. Como podes constactar, hoje a minha escrita não é das melhores. Hoje quero ser sobretudo sincera contigo. As palavras saem-me como que naturalmente, sem grande floreado e pormenor, apenas com a sinceridade que nos une. A nós e a tudo o que já passámos. A honestidade. Sinceridade. Genuinidade. Verdade. Este tempo vai-me custar. Obviamente. Sem a mínima sombra de dúvida. Mas acho que ambos necessitamos neste momento. Precisamos de sentir a falta um do outro. Falta sem ser física. Falta. Saudades. Ainda mais. Mas vais ver que vai durar pouco tempo. Um de nós há-de ceder. Eu sei. Se não fores tu, serei eu. Ou vice-versa. Só quero e peço uns dias. Uma semana. Duas no máximo *e sei que aí já estarei a morrer, mas pronto, ahaha* Quero apenas que esta dormência me passe e que volte a sentir algo por ti para além deste amor mais que inesquecível e indescritível que já se encontra mais que completo em mim. Siim, eu perdoo-te. É mais que óbvio. Mais que certo. Mas... Dá-me tempo para te perdoar realmente. Para o esquecer. Para o assimilar e colocar para trás das costas. Por mim perdoava-te já. Aliás, por vezes já estás perdoado. Mas... não sei. Vês? Não sei nada. Pareço bipolar, ahaha. Deixa-me saber algumas coisas. Ou voltar a saber. Neste momento, das poucas coisas que sei é que te amo como nunca amei ninguém nem irei amar alguém assim. Sei isso. E sei que não consigo lutar contra isso, quer queira, quer não. Não quero. Independentemente de tudo, amo-te. Afinal, o nosso amor é eterno, como dissemos. É como dizes.. Não posso passar os melhores momentos da minha vida, não posso casar, não posso ter filhos, não posso viver...Sem ti. Exactamente. Fazemos assim. Vou fazer algo que penso ser o mais correcto neste momento. Espero não me arrepender. Não me vou arrepender. Aceito. Aceito casar contigo. Finalmente aceito. Assim sabemos que ficaremos juntos algum dia. Algum dia e para sempre. Prometo. Ao menos algo que te posso prometer. Enfiim.. ignora-me. *

domingo, 12 de maio de 2013

Incompreensão total de um amor supostamente verdadeiro mas aparentemente ilusório *

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Estou desfeita. Estranha. Dormente. Juro...não sei o que dizer. Não sei o que pensar. O que sinto não consegue ser explicado nem denominado.. Choro quando oiço as nossas músicas. Quando oiço músicas que me fazem lembrar de ti. De nós. Quando relembro a tarde de ontem. Quando relembro estes 9 meses. Quando lembro cada palavra. Cada momento. Cada sorriso. Cada lágrima.. especialmente as derramadas ontem. Chorei sem parar 3 horas seguidas. Quando dei por mim, estava num estado totalmente miserável e obscuro. Aquilo que se tinha passado não me parecia real. Agora que analiso um pouco mais, ainda mais confuso, inexplicável e absurdo me parece. Como? Porquê? O que foi aquilo? Foi absurdo. Foi patético. Foi... sem palavras. Estava pessimista. Bastante. Mas longe de mim esperar algo como o que aconteceu. Aliás, eu esperava tudo menos aquilo. Havia uma grande parte de mim que achava que algo mau iria acontecer, mas havia obviamente um resquício de esperança proveniente do âmago do meu ser. Da minha alma. Do meu amor por ti. Esperava que isto não acontecesse. Aconteceu. E eu não me conformo. De todo. Eu sei que me viste no concerto. É impossível não teres percebido que era eu. Olhaste directamente para mim. Olhaste-me nos olhos, vezes e vezes sem conta. Sei disso porque não tirava os olhos de ti. Eu sorri-te, como se fosse uma menina ingénua, mas sorri-te com todo o carinho do mundo, com todo o amor que tinha e tenho, com aquele brilho no olhar tão característico teu. Supostamente nosso. Porquê estas reacções da minha parte? Porque só nós sabemos tudo aquilo que partilhámos e a força superior a tudo que dizias que nos une. Unia, talvez. Não sei. O que sei é que esperámos.. ou talvez.. esperei.. meses para voltarmos a estar juntos. Sonhávamos por aquele momento. Ansiávamos algo assim. As saudades já se tornavam insuportáveis. Iríamos quebrar a maldita distância que nos une e íamos poder desfrutar de tudo mais uma vez. Era aquilo que estávamos sempre a implorar aos céus. E quando acontece finalmente, tu fazes isto. Estamos sempre a 300km de distância, ontem estávamos a escassos metros e nada aconteceu... agora estás perto de mim e nada me dizes. Custava muito teres vindo ter comigo? Eu tentei ir, juro que tentei. E teria ido, se não fossem as dores enormes na perna. É que sabes... fui a Alcântara de canadianas. Andei para baixo e para cima à procura daquilo. Subi e desci mais escadas que na minha escola numa semana. Pois. As dores eram insuportáveis, daí ter ficado sentada. Mesmo assim, ainda me levantei para ir ter contigo. Mas nada. Da primeira vez, com as dores, ia caindo, por isso, sentei-me de novo. Como se as minhas pernas não quisessem que eu fosse ter contigo. Se calhar iria ser pior. Se calhar, irias tratar-me como uma mera fã e eu iria ter simplesmente de engolir o choro em frente a ti e aos teus amigos. Do mal o menos, preferi fazê-lo enquanto cantavas. Não me magoaria tanto. Da segunda vez, levantei-me, olhei para trás e quando volto a direccionar o meu olhar na tua direcção, já lá não estavas. Num abrir e fechar de olhos, desapareceras. Percorri todo o espaço com o olhar e nada. Sentei-me de novo, mais desanimada. Quando regressaste, levantei-me. Pois. O David tinha acabado. Era a tua vez. Porquê? Entristeci, mas não desesperei por pensar que iria estar contigo depois de cantar. Tinha de ser. Não foi. Tive de ir embora mais cedo. Enquanto cantavas, tive de engolir em seco, levantar-me, com os olhos replectos de lágrimas incrédulas. Desde o momento em que me levantei até ao momento em que saí por completo da sala, não consegui tirar os olhos de ti, na esperança que olhasses para mim. Mas tinhas os olhos fechados enquanto cantavas. Até que, no último segundo, trocámos um último olhar. Viste as minhas lágrimas. Viste a minha dor. A minha desilusão. O que eu estava a sentir. Espero que tenhas entendido. Aquele olhar foi arrebatador. Esboçaste um sorriso. Sofrido, mas era um sorriso. Era sofrido porque reconhecia aquela tua expressão de dor disfarçada. Vi gelo a derreter-se nos teus olhos. Vi um sorriso receoso, mas sincero. Não soube interpretar. Nem agora sei. Tal como não sei interpretar nada do que aconteceu.. ou do que não aconteceu. E o episódio da tatuagem.. o que foi aquilo? Siim, eu vi. Mas não senti o que lhe fizeste, porque primeiro tens que me incluir verdadeiramente na tua vida. Aí sentirei tudo o que lhe fizeres. Não sei... não me conformo. Nem parecias tu. Não percebo por que não fizeste um esforço para me ver mais de perto, para me tocares, para me sentires, para estares comigo, ao fim de tantos meses ansiando e programando um reencontro que eu agora já não sei se era apenas um sonho. Eu queria que aquela tarde fosse simplesmente um pesadelo. Mas, agora defronto-me com uma possível realidade horrível de que estes 9 meses tenham sido um sonho. Sinceramente,  já não sei o que dizer acerca de nós. Se é que existe um "nós", porque entre o facto de veres as minhas mensagens e não me responderes e me ignorares quando me encontrava a escassos metros de ti, começo a achar que nada daquilo que me prometes, que nada daquilo que me disseste foi alguma vez real. Eu achava que não era apenas uma mera fã, sempre mo asseguraste. Mas parece-me que estou enganada. Que sempre estive enganada. Aparentemente, é assim que tratas "o teu verdadeiro amor". ''A primeira. A única.'', juro que não o esperava. Onde está o ''amo-te''? O ''quero-te comigo para sempre''? O ''nunca me deixes''? O ''Casa comigo''? Onde estão todas as promessas? Todas as palavras? Onde está o amor que tanto dizias sentir? Eu era sincera ao dizer que te amava. Aliás, o problema é que te amo demasiado. E sei que te vou perdoar. Mas neste momento, não consigo. Não me conformo e não acredito nesta desilusão. Nesta realidade confusa. Não sei. Parece que não foi real...  Aliás, parece que a memória de ontem é fraca, não é clara. Como já me disseram, a mente tenta diluir os piores momentos, embora normalmente não o consiga fazer. É verdade. É estranho. Tenho de me esforçar imenso para me lembrar dos nossos olhares. Do beijo mandado. Das festas à tatuagem. Da ignorância. Das minhas lágrimas. Dos sorrisos supostamente sinceros. Da desilusão. Da alegria e emoção momentâneas. Da despedida tão dolorosa. Lembro-me de estar agarrada à pulseira o concerto todo. Só. É a memória mais clara. Porque será? Porque era a única coisa que me unia a ti naquele momento. Eu não pude ir ter contigo. Mas... porque é que não foste ter comigo? Até o A foi. Passou para a varanda e parou para me cumprimentar. Porque é que não foste? Porquê? Sou assim tão insignificante? Já não sei nada. E tens noção que o facto de estares em Lisboa torna tudo ainda mais grave? É que.. não sei. Estás cá. E não me disseste. Passaste a noite e o dia cá. Tinhas dito que quando ficasses cá, passávamos a noite juntos na Baixa e no dia seguinte, levar-me-ias a passear. Pois. Mais uma promessa falhada. Não sei quando vais sair daqui. Dói ainda mais saber que estás perto de mim e que eu não posso ir ter contigo. Nem imaginas. Não sei se vais responder-me ou se vais, mais uma vez, ignorar as minhas palavras, mas, de qualquer forma, eu fico bem. Eu fico sempre bem. Que remédio. Tenho de ficar sempre bem. Porque no fundo, eu amo-te. Quando não te devia amar.  Porque pelos vistos, amo-te mais do que alguma vez me vais amar (se é que alguma vez me chegaste a amar. Se é que as tuas palavras eram verdadeiras). O problema é esse. Independentemente disto, eu amo-te. Mas tu não me amas. Eu não quero acreditar, mas foi mais ou menos isso que me mostraste. E isso dói. E parece que não consigo acabar isto sem dizer que te amo. Por isso, amo-te mais do qualquer coisa. Mas desiludiste-me como ninguém. Preciso de respostas. Urgentemente. Não ignores isto, porque senão, também me estarás a ignorar a mim e a estes meses. Mas continuo a amar-te. Estúpida, han? Parece que não consigo controlá-lo.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

''Não vai haver um novo amor, tão capaz e tão maior'' Como pode haver algo impossível e irreal e possível e real simultaneamente? Pois.



Estou tão estranha. Nunca na vida pensei sentir-me assim mais uma vez. Não contigo. Não sei... na minha mente era algo totalmente inconcebível, impensável... Sei lá. Acho que talvez tenha sido e seja esse o verdadeiro problema. Sempre esperei o melhor de ti. Entreguei-me por completo a esta história louca mas viciante, impossível mas crucialmente importante e apaixonante. Entreguei-me de corpo, alma e coração a tudo isto. A ti. E agora? Só me desiludo. Ando mais confusa que nunca. Ora tenho a mais completa certeza que me amas como dizes, como depois fico como estou agora. Num mar de dúvidas e perguntas sem resposta cujas únicas evidências são as lágrimas a escorrerem-me pela face e os fones nos meus ouvidos a entoar a tua voz melódica e perfeita vezes sem conta.
Preciso urgentemente de respostas. Por favor. Por mim. Por ti. Por nós. Suplico-te. Imploro-te. Diz-me que me amas. Diz-me que queres ficar comigo. Diz-me que tens saudades minhas. Diz-me que queres ficar comigo. Diz-me o que tanto dizes ser verdade. A sério. Preciso. Entende-me. Uma vez tenta entender-me mesmo. Porque é que não estás aqui como tanto disseste que ias estar? Era em Dezembro... em Março... Estiveste cá e não me disseste nada... São este tipo de atitudes que eu não entendo mesmo. E dói. Dói pensar que (como sempre) não importo. Que só sou lembrada em determinadas ocasiões. Que quando devia ser recordada não sou. Que eu é que choro. Que eu é que me magoo. Que eu é que sofro. Que eu é que luto. Que eu é que amo. Dói pensar assim. E dói mais não saber se tenho razão ou não. Porque é que não me disseste que ias cá estar na Sexta? Porquê? Eu já o sabia, mas não foi por ti. Preferiste dizer a todas as tuas (queridas) milhares de pessoas que te adoram e não me dizer a mim, sendo que seria uma oportunidade de estarmos juntos. Sabes há quantos meses não estamos juntos? Sabes que sinto falta da tua presença? Embora te sinta mais que presente, preciso de ti. Realmente perto de mim. Preciso de ti. Liga-me. Manda-me mensagem. Faz web comigo. Vem ter comigo. Vem-me buscar. Leva-me para onde quiseres. Fala comigo. Canta. Não faças barulho algum. Suspira. Sussurra-me o que te vier à mente. Beija-me. Sente tudo o que há para sentir. Abraça-me. Pede-me. Grita se for necessário. Ri comigo. Chora comigo se sentires que tens de o fazer. Apaixona-te e deixa-me apaixonar. Possui toda a minha alma. Fica comigo. Ama-me. Deixa-me amar-te. Faz qualquer coisa, nem que seja um simples olhar e um sorriso sincero, mas fá-lo, por favor. Se não conseguires fazer o que acabei de te pedir, fica simplesmente. E não te esqueças de mim. Não te esqueças de nós. Não te esqueças. Por favor. Não sei que palavras hei-de proferir neste momento, porque neste momento só sei sentir. Nada mais. O pior nisto tudo é que eu te amo. E não me lembro de alguma vez ter amado alguém desta forma. E é por te amar tanto, por te querer tanto, por estar tão apaixonada por ti, que te quero tanto perto de mim. Sabes que sei tudo o que já fizeste por mim e sei que sabes tudo o que já fiz por ti. Eu estava decidida a ir na Sexta, sabes? Estrategicamente ia com a minha camisola dos lobos... com toda a minha alma, amor e devoção, eu ia. Agora não sei. A sério que não sei. Já não sei nada, aliás. Sei que com a minha teimosia, o mais certo é ir, até de canadianas, simplesmente para estar contigo. Nem que seja para te mostrar que não é por não me avisares da coisas nem por não me responderes ao que te digo, que eu deixo de me importar. Que eu me esqueço de ti. Que eu me esqueço de nós. Que eu me esqueço de tudo até agora. Era impossível, sabes bem disso. Quer saia de lá maravilhada ou desiludida, talvez vá valer a pena. Afinal de contas, se o que temos é verdadeiro, muito mal não poderá correr. Espero eu. Vemos-nos sexta, talvez. Se não for sexta, vejo-te daqui a umas horas. Se não for sexta, vejo-te nos sonhos. Se não for sexta, vejo-te em cada minuto dos meus dias, meu amor. *pareço bipolar ahahaha. Porquê? Porque é engraçado... neste momento a angústia desapareceu por completo. Engraçado como desabafar, escrever e divertir-me um pouco com um dos meus anjos da guarda me faz esquecer todo o mal que possa estar presente na minha alma e apenas me faz, desanuviando, lembrar-me do melhor de mim. De ti. De nós. Lembrar-me do porquê de seres tão importante.* Enfim, andam-me a dar muitas síncopes. Enfim.. Bem, ou mal, afirmo. Amo-te lobo *