Há umas horinhas abri uma página em branco para escrever algo aqui. Não sabia bem o quê. Até que, de repente, o Mundo respondeu à minha pergunta de forma totalmente inesperada. Talvez tenha sido o Karma. Talvez o destino. Talvez tu. De forma directa. Indirecta. Não sei. De repente, num rasgo de segundos, descubro que hoje é ''O Dia do Abraço'' graças a uma publicação tua. Simultaneamente, relembro que hoje fazem 10 meses que efectivamente nos conhecemos. A primeira vez que estivemos juntos pessoalmente. A primeira vez que te vi. Que te ouvi. Que te senti. Ainda relembro cada minuto. Cada segundo. Cada momento. Cada palavra. Cada abraço. Cada beijo. Cada sorriso. Cada olhar. Cada toque. A confiança. A empatia. O sonho. A realidade. O amor. A felicidade. O conforto. A segurança. O porto de abrigo. Relembro cada momento como se tivesse sido ontem. Mas, ao invés de ficar feliz, neste momento, fico nostalgicamente triste. Porquê? Porque já não percebo nada. De ti. De nós. Até de mim, por vezes. Não me vou repetir em dizer que tanto me surpreendes como me desiludes a uma velocidade estonteante. Mas é a realidade. Infelizmente. Queria que tudo fosse como foi há 10 meses. Perfeito. Impossível e irrealmente perfeito. Simples. Claro. Agora, não sei no que pensar. Quero-te comigo. Perto de mim. A meu lado. Peço-te. Depois de me mentalizar do dia em que estávamos, o meu coração parou. A minha respiração bloqueou. Os meus olhos expressaram o que eu não conseguia proferir em palavras, deixando que quentes e salgadas lágrimas se colocassem à vista, não se deixando, no entanto, derramar. Talvez por serem incertas, tal como as palavras que eu iria proferir. Nesse momento, olho para o relógio. Irónico. 22h22min. Congelei, mas o meu corpo tornou-se num incêndio de nostalgia, dada a sua temperatura exterior e a sua confusão interior. Então, permaneceste na minha mente no resto das horas. Só queria falar contigo. Falar contigo por aqui. Ligar-te. Ao teu irmão. Para tua casa. Para a tua mãe. Para o teu pai. Para o R. Para a T. Eles haviam de te comunicar algo. Queria ir aí. A pé. De carro. De comboio. De eléctrico. De avião. De jacto. De bicicleta. Patins. Canadianas, ahaha. Queria estar aí. Perto de ti. A teu lado. A qualquer hora. Onde quer que fosse. Teria de ser contigo. Hoje, neste dia, independentemente de tudo, obviamente que preciso de ti. Aliás, mais do que nunca. Dia 29 aproxima-se. Até tenho medo. Será igual ou pior. E daqui a 2 meses, como será? 1 ano. Vais-te esquecer de mim? Ou vens aqui finalmente? Vou esperar, deambulando por ruas atoladas de sentimentos confusos, indecisos, nostálgicos, apaixonados. Pelas minhas ruas. Pelas tuas. Pelas nossas ruas. Vem ter comigo. Dá-me um abraço. Protege-me de todo o mal. Abriga-me. Conforta-me. É só isso que preciso neste momento. De um abraço. Teu. Preciso. De ti. Envolve-me nos teus braços. Faz-me crer novamente que o mundo parou para nós. Acreditar que está tudo perfeito. Deixa-me acreditar nisso enquanto me abraçares. E depois disso também. Preciso do teu abraço. Sentido. Apertado. Em que duas almas se unem numa só. Um abraço com tantas palavras escondidas. Com tantos sentimentos silenciados. Dá-me essa força que existe presa a ti. Liberta-a. Prolonga-a para a minha existência. Em cada centímetro quadrado da minha pele. Seremos um só coração. Coração esse que bate na força de duas almas apaixonadas. Com amor. Enovelados e protegidos de qualquer tempestade. Por favor. Não penses. Diz-me alguma coisa. Mostra-me qualquer coisa. Nem que sejam as palavras e os gestos mais insignificantes que existem. Irão valer o Mundo para mim. Por favor. Imploro-te. Suplico-te. Não sabes o quão estranha e mal estou. Não fazes ideia. Acima de tudo, estou enraivecida contigo, mas uma tristeza nostálgica ronda a minha alma e deixa-me permanentemente pensativa. Estou num Mundo aparte. Nos meus pensamentos, estou contigo. Aqui ou aí. Neste Mundo ou noutro qualquer. Estamos juntos. Que tal tornar esses pensamentos realidade? Diz-me que ficas comigo. Só preciso de saber isso. Independentemente de tudo o que sinto, tinha de te dizer algo hoje (já que tu não o fazes). Não podia deixar de o fazer. Mil beijos. Hoje, mil e um abraços. Enfim. Síncope. Amo-te. *
quinta-feira, 23 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Dualidades. Síncope. Dúvidas. Certezas. Possibilidades. Amor. Eterno. Genuíno. Será? Amo-te. *
Não vou dizer nada de especial desta vez. Aliás, não vou dizer praticamente nada. Não consigo. As palavras bloquearam ainda mais. Enclausuraram-se na minha garganta. Nos meus lábios. Nos meus olhos. Na minha mente. No meu coração. Na minha alma. Não querem abandonar o âmago do meu ser. Insistem em atormentar-me. Tal como já tinha dito, agora que tudo se estava a encaminhar... agora que eu já conseguia ver um resquício de luz no meio de toda a escuridão em que me encontrava... precisamente agora. Teriam de me cegar ou de me vendar os olhos. Tinha de voltar à escuridão que fora dilacerada pelas minhas lágrimas e pela dureza da realidade. Realidade que eu já não sei qual é ao certo. Faltam-me as palavras. Perco-as por aí. Algures. Talvez ao virar de qualquer esquina. Algures no Centro. Algures no Sul. Aqui. Aí. Comigo. Contigo. Connosco. Com o que ainda resta de nós. Neste momento, penso que o melhor é ficar calada. Muda em silêncios que têm tanto para dizer. Em sentimentos que têm tanto para expressar. Estou de novo perdida. Começava a encontrar-me de novo. A mim. A ti. A nós. Agora? Só vejo um misto de encontro e abandono. Mais dualidades contrastantes. Explica-me. De uma vez. O que sentes por mim? Sou minimamente importante? É que... já não sei. Dizes-me aquilo tudo... e hoje estás cá em Lisboa OUTRA VEZ e não me dizes nada? Por favor, explica-me apenas o porquê.s Só isso. Porquê? Não estou a perceber, juro! Achas que se eu fosse aí não te avisava? Óbvio que avisava. Eu quero estar contigo! Pois, se calhar é isso. Se calhar não queres estar comigo. Ou se calhar ainda não estás pronto para estar comigo. Ou se calhar nunca quiseste. Nem nunca irás querer. Ou se calhar não queres estar pronto. Não sei. Não sei nada. De novo. Antes das poucas coisas que sabia era que te amava e que tu me amavas. Pois. Já nem isso sei. Já só sei uma delas. Sei que te amo mais que tudo. Que sinto algo que nunca senti por ninguém. Que o sinto por ti. Tu? Já não sei. Dizes que queres vir cá. Que queres estar comigo. Curioso. Tens vindo cá muitas vezes ultimamente. Ainda mais curioso é que ainda não estivemos, efectivamente, juntos. Eu quero-o. Muito. Compreendo-te, por um lado. As pessoas conhecem-te. Provavelmente se nos vissem, iriam pensar algo. Ou não, não sei. Mas... se me amasses mesmo, estarias disposto a isso e muito mais. Lá está. Será que me amas? Será que algum dia sentiste algo por mim? Se calhar, tens vergonha de mim. Tens vergonha que o Mundo me veja contigo. Até que é compreensível. Não sou nenhuma deusa grega idealizada e cobiçada pelas mentes masculinas. Não tenho a tua idade. Não moro onde tu moras. Não sou modelo. Não me chamo Carla. Nem Mariana. Nem nada. Sou uma miúda. Uma fã
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Incompreensão. Bipolaridade. Esperança. Desistência. Dualidades. Dormência. Emoção. Síncopes. Amor. Verdadeiro. Eterno. *
domingo, 12 de maio de 2013
Incompreensão total de um amor supostamente verdadeiro mas aparentemente ilusório *
quarta-feira, 8 de maio de 2013
''Não vai haver um novo amor, tão capaz e tão maior'' Como pode haver algo impossível e irreal e possível e real simultaneamente? Pois.
Preciso urgentemente de respostas. Por favor. Por mim. Por ti. Por nós. Suplico-te. Imploro-te. Diz-me que me amas. Diz-me que queres ficar comigo. Diz-me que tens saudades minhas. Diz-me que queres ficar comigo. Diz-me o que tanto dizes ser verdade. A sério. Preciso. Entende-me. Uma vez tenta entender-me mesmo. Porque é que não estás aqui como tanto disseste que ias estar? Era em Dezembro... em Março... Estiveste cá e não me disseste nada... São este tipo de atitudes que eu não entendo mesmo. E dói. Dói pensar que (como sempre) não importo. Que só sou lembrada em determinadas ocasiões. Que quando devia ser recordada não sou. Que eu é que choro. Que eu é que me magoo. Que eu é que sofro. Que eu é que luto. Que eu é que amo. Dói pensar assim. E dói mais não saber se tenho razão ou não. Porque é que não me disseste que ias cá estar na Sexta? Porquê? Eu já o sabia, mas não foi por ti. Preferiste dizer a todas as tuas (queridas) milhares de pessoas que te adoram e não me dizer a mim, sendo que seria uma oportunidade de estarmos juntos. Sabes há quantos meses não estamos juntos? Sabes que sinto falta da tua presença? Embora te sinta mais que presente, preciso de ti. Realmente perto de mim. Preciso de ti. Liga-me. Manda-me mensagem. Faz web comigo. Vem ter comigo. Vem-me buscar. Leva-me para onde quiseres. Fala comigo. Canta. Não faças barulho algum. Suspira. Sussurra-me o que te vier à mente. Beija-me. Sente tudo o que há para sentir. Abraça-me. Pede-me. Grita se for necessário. Ri comigo. Chora comigo se sentires que tens de o fazer. Apaixona-te e deixa-me apaixonar. Possui toda a minha alma. Fica comigo. Ama-me. Deixa-me amar-te. Faz qualquer coisa, nem que seja um simples olhar e um sorriso sincero, mas fá-lo, por favor. Se não conseguires fazer o que acabei de te pedir, fica simplesmente. E não te esqueças de mim. Não te esqueças de nós. Não te esqueças. Por favor. Não sei que palavras hei-de proferir neste momento, porque neste momento só sei sentir. Nada mais. O pior nisto tudo é que eu te amo. E não me lembro de alguma vez ter amado alguém desta forma. E é por te amar tanto, por te querer tanto, por estar tão apaixonada por ti, que te quero tanto perto de mim. Sabes que sei tudo o que já fizeste por mim e sei que sabes tudo o que já fiz por ti. Eu estava decidida a ir na Sexta, sabes? Estrategicamente ia com a minha camisola dos lobos... com toda a minha alma, amor e devoção, eu ia. Agora não sei. A sério que não sei. Já não sei nada, aliás. Sei que com a minha teimosia, o mais certo é ir, até de canadianas, simplesmente para estar contigo. Nem que seja para te mostrar que não é por não me avisares da coisas nem por não me responderes ao que te digo, que eu deixo de me importar. Que eu me esqueço de ti. Que eu me esqueço de nós. Que eu me esqueço de tudo até agora. Era impossível, sabes bem disso. Quer saia de lá maravilhada ou desiludida, talvez vá valer a pena. Afinal de contas, se o que temos é verdadeiro, muito mal não poderá correr. Espero eu. Vemos-nos sexta, talvez. Se não for sexta, vejo-te daqui a umas horas. Se não for sexta, vejo-te nos sonhos. Se não for sexta, vejo-te em cada minuto dos meus dias, meu amor. *pareço bipolar ahahaha. Porquê? Porque é engraçado... neste momento a angústia desapareceu por completo. Engraçado como desabafar, escrever e divertir-me um pouco com um dos meus anjos da guarda me faz esquecer todo o mal que possa estar presente na minha alma e apenas me faz, desanuviando, lembrar-me do melhor de mim. De ti. De nós. Lembrar-me do porquê de seres tão importante.* Enfim, andam-me a dar muitas síncopes. Enfim.. Bem, ou mal, afirmo. Amo-te lobo *
Subscrever:
Comentários (Atom)



