se ainda estivéssemos juntos, hoje faríamos 2 anos e meio. 2 anos e meio. e ontem, ao ler as tuas palavras, senti me prestes a querer ceder de novo. senti-me a fraquejar. mas felizmente tenho o meu auto controlo. gosto mais de ti do que de muita coisa. mas felizmente gosto mais de mim do que de ti. por isso, não vou fraquejar e embora saiba que o que dizes no fundo é verdade, não posso deixar que isso se volte a apoderar de mim. também não te esqueci. dói me tanto ou mais do que no primeiro dia que passei sem ti. mas tenho de ignorar isso como tenho feito até agora, tem de ser. queria dizer te tudo o que tenho aqui guardado, mas não posso, não quero, não o vou fazer. enfim, isto não passa de um mero desabafo e há de se manter assim, o assunto morre aqui. mas mesmo assim, o mau pressentimento continua a perseguir me. e hoje em particular sinto o demasiado perto. tenho medo porque tenho quase a certeza que algo vai acontecer. e não quero. e tenho medo do que possa ser. espero que seja apenas um mal entendido. enfim. especialmente hoje, espero que estejas bem. hás de ser sempre importante para mim. hás de ser sempre tu. e eu hei de continuar a fingir que não passas de um nome conhecido. tem um bom dia.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
I shouldn't say it, but I'm starting to think I care. A lot.
só queria conseguir distanciar-me de todos os pensamentos que me têm perseguido. parece que a cada madrugada que passa, tudo se intensifica. o bom e o mau. estou tão confusa. e logo agora, com o meu mundo de pernas para o ar. só peço paz e tréguas.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
só te quero a ti. só tu conseguiste aquilo que parecia impossível. só tu conseguiste que me sentisse amada, realmente bonita. que sentisse que valia a pena. só tu o conseguiste. todas as outras pessoas, desde as maiores intimidades até a míseras mas intensas trocas de olhar no meio da rua, nunca ninguém conseguiu nem um terço do que tu conseguiste. não passaram de réplicas. ou de tentativas de tal posto. e fode-me por completo pensar sequer que isso é possível. que possas estar tão feliz com outra pessoa que não eu e que eu continue a deambular na esperança de que algo volte ao normal, embora me convença que não preciso de ti para absolutamente nada. preciso.é quase uma necessidade fatal. parece que tudo o que me rodeia carece de oxigénio com a tua ausência. não sei se ainda te amo, mas preciso de ti como se de uma droga te tratasses. és um vicio e como qualquer viciado, sem a minha droga, seco por dentro num corpo frio que nem é meu, por entre chamas que me inflamam. no entanto, neste momento, é possível que só ele possa tomar o teu lugar, nunca te substituindo. porque tu serás sempre tu. no entanto, ele também será sempre... ele. mas não sei se consigo avançar. não consigo. não sei explicar o que sinto, ele nunca foi um mero amigo, admito. mas não sei, a minha cabeça está uma confusão. aliás, não faz sentido escrever nada quando só me apetece apagar o que escrevo e escrever o que apago. eu tentei, mas enquanto escrevo o que me parece verdadeiro, há uma parte de mim que me diz que não estou a escrever o que sinto. quero e preciso de escrever sobre ti, para ti, mas há algo que me diz que não é aqui que sou feliz. que mereço melhor. tenho de clarear as ideias e perceber o que quero, porque algo me diz que te quero como sempre te quis, mas há uma parte de mim que, como sempre, me puxa para ele e me diz que é ali onde reside a minha felicidade. sempre odiei sentir-me confusa e neste momento, parece que o meu mundo se transformou numa incógnita.
esquece, mais vale nem tentar.
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