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segunda-feira, 29 de junho de 2015

what if, what if, what if?
já não sei nada, sinto-me perdida. só preciso de respostas e só me surgem perguntas. what if? 3 anos.

domingo, 28 de junho de 2015

não consigo evitar ouvir a história dela sem me lembrar de nós. num plano totalmente distinto e com razões e trilhos que nem a razão entende, nem o globo, nem mesmo eu própria. e não consigo evitar sentir-me mal comigo mesma. contigo. como se a nossa situação fosse ainda mais errada do que aquilo que me parece. ele és tu, a S sou eu e ela é a M. e é com isto, ao criticar, embora dolorosamente a atitude dele e ao dar-lhe razão a ela, que penso... será que tenho agido assim tão mal? serão as coisas assim tão lineares? já nem sei nada sequer.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

"disseram que o teu beijo matava e eu não liguei, 
há alguma maneira de sair com vida de ti?"
sinceramente? também queria uma lufada de ar fresco. sinto que preciso. estou há 3 anos presa no mesmo calabouço e há algo em mim que não me deixa sair. que não quer sair. que me diz que este é o caminho certo a seguir, por muito que eu queira acreditar que não. que vê uma placa de "saída de emergência" onde eu vejo algo como "perigo de morte". há algo que me puxa para ti mesmo quando eu fujo, mesmo quando vejo esperança para a minha felicidade noutras almas que não a tua. há algo que derrete a minha teimosia e mau feitio quando me agarras ou me abraças. há algo que só vê um conforto genuíno nos teus braços. e a verdade é que até tu tens uma vida para além do que temos aqui. isto que temos aqui. seja isso nada ou até tudo. independentemente disso, tens uma vida para além disso. e à minha volta, tudo parece estar a compor-se. menos eu, que continuo aqui, numa fase que nem reconheço como minha. não sinto nada e sinto tudo. e sei que por ti, perdi certas oportunidades que podiam ter resultado (e uma que eu sei que muito provavelmente teria resultado), e perdi-as de facto, mas porque quis. porque estar contigo fazia-me feliz, não o nego. porque independentemente de tudo, nunca me senti com ninguém da mesma maneira como sempre me senti contigo. como ainda me sinto, independentemente de tudo. mas mesmo assim, sinto que neste momento, preciso de me sentir realmente valorizada. e logo agora que me sinto minimamente pronta para isso, para um novo caminho, o meu mundo estagna. não estou habituada a isso, admito. sinto-me quase como um mero grão de areia no meio do deserto. sinto que não há nada novo, e eu, sendo complicada como sou, sei que despertar verdadeiramente a minha atenção não seria uma tarefa fácil, mas não quero pensar que seja algo impossível. quero ser valorizada, mas será que tenho valor para tal? será que o problema não é meu? será que sou "boa o suficiente" para isso? não queria nada disto na minha cabeça, eu não sou assim. não sou nada destas coisas. não me apego facilmente e nunca procurei nada de ninguém. gosto que as coisas surjam com naturalidade e não faço nada só porque sim, se faço, é porque sinto, e se sinto, é porque é forte. nunca fui de "quases", mas sempre quis ser menos indecisa. e não procuro "alguém". nada disso, nem nunca procurei. nunca precisei de ninguém para ser feliz e não ia ser agora a começar. mas só queria algo verdadeiro. acho que é o que toda a gente quer. algo que me preenchesse a alma. que me fizesse sentir completa. podemos conhecer-nos de novo? não procuro atrações físicas, isso é o que não deve faltar por aí. procuro o que sempre me atraiu. conexões mentais. cliques instantâneos. aquela coisa que não há denominação. não se classifica, apenas se sente. só tive isso duas vezes, embora para mim só uma delas conte. e digo, é a melhor coisa que se pode sentir. e era disso que eu precisava. de um clique. de alguém que não me saturasse ao fim de um tempo, que não me fizesse recuar ou ter medo. alguém que me fizesse sentir segura de mim, que me completasse por inteiro. não preciso de "alguém", preciso de "uma pessoa em específico", seja ela quem for, desde que seja "a pessoa". simplesmente alguém que faça clique, não é comum, mas é só isso. um mero clique.

terça-feira, 23 de junho de 2015


make a wish.
or not. idrk

sábado, 20 de junho de 2015

tenho tanto para dizer e nem sei por onde começar. em tão poucos dias, tantas emoções... só naquela noite, fui dos céus ao inferno num ápice. E é por estar nesta dormência de não saber ao certo o que sinto, ao estar neste mar de dúvidas, que não consigo expressar nada em condições. talvez precise de mais um tempo para assentar as ideias. ódio. amor. certeza. indecisão. revolta. paixão. repulsa. desejo. desilusão. orgulho. não sei o que dizer, não sei o que fazer, não sei sequer o que pensar ou sentir. e é curioso porque naquela noite, sentia realmente que as coisas podiam mudar. que havia algo, uma réstia de esperança, que já não via há muito. percepções podem ser erradas, ações podem ser mal interpretadas, e fotos não passam de fotos, mas foram demasiadas evidências. as abordagens, os "vocês fazem um casal lindo", os "quem me dera que alguém me olhasse assim", os "é o teu namorado, não negues. esses olhares não enganam ninguém", os "parece que só se querem ver um ao outro", os "essa foto é tão linda, de onde a tiraste?" ou os "vocês são feitos de química... e de mais qualquer coisa, que eu não sei o que é, mas que notei a léguas", arrasaram-me. e pensar que naquela noite também eu senti um pouco da magia que me falaram... deixa-me ainda mais confusa. pensei mesmo que algo podia mudar para melhor. mas ao que parece foi só mais um sentimento ilusório. já devia ter aprendido.