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sábado, 12 de dezembro de 2015


"és o meu orgulho. e sabes que eu não sou destas coisas, mas acredita que é sincero. gosto tanto de ti, nunca duvides disso. mesmo eu sendo uma confusão, espero nunca te desiludir, porque eu sei que tu serás sempre um enorme orgulho para mim. gosto imenso de ti, pequena."

e num momento em que tudo à minha volta está, ou a desmoronar, ou virado do avesso, isto conseguiu fazer com que aquela noite tivesse um brilho ainda mais especial. desde logo, entrar na tuna revelou-se um grande desafio para mim, mas sem dúvida que foi a melhor coisa que fiz. pude conhecer melhor pessoas fantásticas, desafiei-me a mim mesma e mostrámos a todos os que duvidaram deste projeto, que quando queremos muito algo, conseguimos. e nesta noite, na nossa primeira atuação, tudo se revelou um misto de emoções. todas nós estávamos emocionadas e aquela noite tornou-se totalmente inesquecível para nós. mas o melhor foi ouvir estas palavras logo a seguir à atuação, vindas de uma pessoa do público que foi a correr até ao palco e me abraçou até já não termos forças para mais. e naquele momento, senti-me verdadeiramente de coração cheio. especialmente porque nestas alturas começamos a dar cada vez mais valor às coisas mais simples. e isso acaba por ser bom. porque não são fotos, testamentos, nem juras de amizade ou amor que fazem do amor e da amizade aquilo que eles são. são as pequenas coisas. os momentos mais inesperados. o tudo no meio do nada, o pouco que acaba por valer imenso. obrigada, por isto e por tudo. tal como disseste, "ao que parece as escolhas que achavas erradas trouxeram-te ao lugar certo". e de facto, se tudo à minha volta está tão confuso, disto eu tenho a certeza. é o lugar certo, são as pessoas certas e é surpreendentemente graças a elas que todos os males se desvanecem, nem que seja por momentos. anyway, é tudo uma questão de fases. 2016 avizinha-se e com ele vem um novo leque de oportunidades. e desta vez estou confiante e de braços abertos para a mudança. deixar o que não interessa para trás das costas e abraçar novos momentos, novas pessoas, novas experiências. porque não tenho nada a provar a ninguém, a não ser a mim mesma. provar que consigo fazer isto. no regrets, o que tiver de ser, será. 
e se for para ser alguma coisa, que seja feliz.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

não devia escrever para ti. afinal, quem és tu? ninguém, fácil. mas na verdade, não é bem assim. desde o primeiro dia em que o nosso olhar se cruzou, algo aconteceu. um clique, uma chama qualquer que tinha de ser apagada. tentei ignorar ao máximo esse facto, bem como as bocas que ia ouvindo, e fui-me escapando por entre os intervalos da chuva, por cobardia, insegurança ou talvez por saber que ia estar a caminhar para o abismo. mas mesmo assim, no meio de tanta fuga, havia sempre algo a puxar-me para ti. e isso irritava-me. mas eu continuava ali. noite após noite, sempre na esperança de te ver. de trocar aqueles olhares intensos, mas discretos, e de sentir aquela conexão, que me puxava para ti mesmo quando eu não queria sair do lugar. ao perceber que nunca mais te ia ver, senti-me encostada à parede. era "agora ou nunca". não sei o que me deu. nunca pensei que algo fosse acontecer, até ao momento em que de facto aconteceu. fiz tudo o que achava que nunca faria, ultrapassei os meus limites, os meus tabus, os meus medos, e agi. podia ter sido fatal, mas valeu tanto a pena. agi quase sem pensar e foi a melhor coisa que podia ter feito. foste a minha lufada de ar fresco e nem imaginas o quanto estava a precisar disso. se podia ter sido diferente? podia, mesmo, mas foi algo que eu ainda não consigo explicar. "vocês pareciam um casalinho apaixonado.","parecia que tudo à nossa volta estava a conspirar para que aquilo acontecesse". "parecias tão bem, tão relaxada... gostei tanto de te ver" foi algo tão estranho que ainda não sei explicar. ainda não entendo como é que numa situação que podia ser o mais desconfortável possível, eu me podia sentir tão confortável, tão segura, tão certa do que estava a fazer. foi a melhor e a pior altura para o fazer. porque é que não és de lisboa? descontrolaste-me quando praticamente ninguém o consegue fazer. queimaste-me a pele com o teu toque e acendeste-me com o teu beijo. aquelas horas foram tão intensas mas tão naturais... foi algo tão estranho, que uma simples aventura me conseguiu dar a volta à cabeça. mas não passou disso mesmo, uma aventura. a primeira e a última. já que nunca mais nos vamos ver, foi um grande prazer conhecer-te.
vejo a hora da despedida a chegar e o aperto no coração aumenta. sinto-me a ser encurralada dentro de 4 paredes minúsculas. eu própria sinto-me minúscula, com o coração a querer sair-me pela boca. sinto uma transpiração inexistente a percorrer-me o corpo, acompanhado de suores frios numa sala a quarenta graus. nunca gostei de despedidas. sempre as odiei desde o âmago do meu ser até ao fim dos meus fios de cabelo. dizer adeus nunca foi fácil para mim. sempre se assemelhou a uma tortura tal, que nesse momento todo o meu mundo se pintava de preto e assim permanecia até a dor passar. e quando ela não passava, tinha de ser eu a apagar toda aquela tinta escura da tela da minha vida. e bem sabemos que ficam sempre aqueles restos de tinta que teimam em não sair. depois trata-se de saber viver com a existência deles. despedidas sempre me custaram, mas nunca nada me tinha custado tanto como aperceber-me que tinha de te dizer adeus. que tinha mesmo de te libertar, de me libertar de ti. que tudo isto não passava de um ciclo vicioso. de uma roleta russa. e que à medida que o tempo fosse passando, mais nos envolveríamos, e consequentemente, mais nos magoaríamos. e se eu posso fugir disso a tempo, então fujo. não se trata de uma fuga literal, mas sim de uma saída de emergência. já fiz muito, demasiado até. já chega. não me posso apegar ainda mais. não posso perder mais tempo. estou presa há 3 anos e preciso de me libertar. não quero, mas ao mesmo tempo, até já o meu corpo desgastado me implora que o faça. fazes-me sentir única quando estamos só os dois, mas a realidade é que não sou (a) única. não estamos só os dois. não sou a única a fazer parte da tua história, da tua vida. não. ela existe. e eu não posso continuar a ignorar isso. mereço mais. mereço melhor. pelo menos acho eu. eu amo-te, juro que sim, mas já é um amor... cansado, digamos. preciso de uma pausa. preciso de tempo. talvez um dia. talvez mais tarde. quando ambos percebermos o que queremos realmente, pode ser que essa reflexão nos conduza aos braços um do outro. não sei. não te quero largar, não te quero longe de mim, não quero, não suporto sequer essa ideia, mas talvez seja o melhor para mim. sei que provavelmente vou-me arrepender disto, mas só eu, repito, só eu sei o quanto me dói toda esta situação. não o demonstro, mas só eu sei o que isto me tem custado. e não sei se vale a pena. 3 anos já é demasiado. vai ser sem dúvida das decisões mais difíceis que vou tomar, mas tenho de tentar ser feliz. pode ser que haja alguém por aí que me possa dar o que tu não me deste. pode ser um passo em falso, e posso (sei que vou) arrepender-me disto mais cedo ou mais tarde, mas quero arriscar. sinto que o devo fazer. já chega. já perdi tanto, o que será que posso perder mais? tenho de te ver uma última vez. despedir-me do meu grande grande amor, para dizer olá ao meu grande amigo. e ninguém imagina o quanto dói dizer isto. mas tem de ser, é o melhor para mim. espero eu.      goodbye my lover, hi my friend.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

sem teto, sem chão. não sinto nada e sinto tudo. só me apetece chorar, mas as lágrimas não se atrevem a sair. quero desistir mas já nem sei como. para mim chega, não aguento muito mais. não sei o que dizer, o que sentir, o que pensar. pior que isso é ver que isso é tão indiferente para algumas pessoas. enfim, all by myself, se assim tiver de ser. agora o caminho é sempre em frente, tem de ser. sejam felizes.

domingo, 12 de julho de 2015

"é contigo que eu quero estar. não há nada mais no mundo que me dê tanto a volta à cabeça."
"quero-te tanto, esperei tanto tempo por isto."
"podia ficar aqui para sempre."
"meu amor... nunca isto me soou tão verdadeiro."
"promete-me só que não te esqueces de mim, que não deixas isto morrer."
"és tu, eu sabia. és tu."
"sabes porque é que agi como agi logo nos primeiros dias que nos conhecemos? porque na primeira vez que falámos, vi que tinhas algo de especial, mas desde o momento em que nos conhecemos, só pensava "onde é que andaste este tempo todo?" e até hoje nunca ninguém conseguiu igualar isso, nem perto. e até hoje esse pensamento nunca me abandonou."
"quem me dera poder passar assim todos os dias da minha vida."
"e se largássemos os telemóveis e nos focássemos em nós? todos os minutos são valiosos e não vamos gastá-los com fotos, por muito perfeitas que fiquem, como pudemos ver ate agora... não temos que provar nada a ninguém, temos de nos focar no que sentimos. as fotos guardam memórias inesquecíveis, mas eu prefiro que também as guardemos no coração, e que criemos ainda mais memórias no tempo em que poderíamos estar a tirar fotos ou a pô-las nas redes sociais."
"para te ser sincero, neste momento não sei nada, estou todo fodido. mas sei uma coisa... se eu achava que não te tinha conseguido esquecer a 100%, desde março que tenho percebido que nem 50%, e hoje percebo que nem 1% de ti foi embora de quem sou, mesmo depois de tudo. nunca pensei que algum dia fosse amar tanto alguém ."
"oh meu bem, quem me dera que as coisas fossem mais fáceis..."
foda-se 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

apercebi-me que nunca fui capaz de falar com ninguém sobre os dias que passei no algarve. se calhar porque foi a partir desse momento que soube que a chama ainda estava acesa. porque, esse mês e o anterior foram fantásticos. porque nesse dia em questão, senti que estávamos de facto destinados aquilo. foi errado? talvez. mas foi o melhor erro da minha vida. foste o meu maior e mais desmedido erro e não me arrependo. porque foste tu. porque és tu. porque com a minha teimosia, a minha facilidade em me fartar, a minha moral e o meu amor próprio, em situações normais já teria desistido ha muito. mas ha algo que me mantém aqui. e sei que nisso, nao estou sozinha. se quero avançar? quero. é o momento do tudo ou nada, tem de ser. mas não é por isso que deixo de gostar de ti. gosto tanto, tanto, tanto. não o digo porque sim nem porque fica bonito, digo-o porque é o que sinto realmente. e não, não grito aos 7 ventos a nossa história e muito menos os meus sentimentos, não me deixo ir em todas as tuas propostas por muito que o meu desejo me leve diretamente para os teus braços. não te respondo aos "meu amor", aos "princesa" e às tuas declarações constantes, por muito que o queira fazer. finjo que nao estremeço de cada vez que me chamas "meu bem" quando na verdade me arrepio sempre que oiço essa expressão, venha de quem vier. não faco nada disso. não por não querer. algumas não faço para o meu próprio bem, outras não faço porque não sou assim, não tenho essa necessidade. basta-me sentir. são 3 anos. só nós sabemos o que já passamos, as pessoas limitam-se a supor o resto. sinto o suficiente para escrever um livro , no entanto, escrevo um capitulo e divulgo um parágrafo. 

domingo, 5 de julho de 2015

'éramos tão imaturos, éramos tão inseguros. erramos com medo de amar e sem nenhuma experiência para se entregar.' e se tivéssemos superado os obstáculos? e se tivéssemos voltado a tentar? como estaríamos neste momento? e se, e se, e se... ?

sexta-feira, 3 de julho de 2015

"se eu fosse namorada dele não ia gostar mesmo nada de ver estas fotos... nada. vocês estão muito, mas muito cúmplices... sinto a química daqui. sabes que quando falo sou sincera, e esta foto dá-me arrepios, está mesmo bonita, não te sei explicar... parece que há ali qualquer coisa, que se nota a léguas. adoro, amo a foto! eu punha-a nas redes sociais, revelava, uma foto dessa não pode ser posta no esquecimento! só não sei se não é demasiado comprometedora ahah mas eu punha! está que "vai lá vai" ahaha às vezes as fotos dizem muito! o que é que tu estarias a dizer para ele estar com aquela cara e postura... ou vocês são sempre assim? e estão tão perto... há uma cumplicidade que eu já não via há muito! eu leio tudo nas entrelinhas... sou muito sensitiva, mas acho que neste caso é evidente. nunca tinha reparado na forma como vocês olham um para o outro. há muito casal a querer olhar-se como vocês olham um para outro. e o facto de estarem desprevenidos torna a foto ainda mais mágica... parece que vos fotografaram as almas."
foda-se... porquê? por que raio é que estas meras fotos dão tanto assunto de conversa? porque é que todos dizem o mesmo? estarão todos loucos ou serei eu a não querer ver ainda mais a loucura em que estou metida? já nem sei se hei-de persistir ou desistir.
não sei explicar. é qualquer coisa, sempre foi.
mas será que isso basta?

segunda-feira, 29 de junho de 2015

what if, what if, what if?
já não sei nada, sinto-me perdida. só preciso de respostas e só me surgem perguntas. what if? 3 anos.

domingo, 28 de junho de 2015

não consigo evitar ouvir a história dela sem me lembrar de nós. num plano totalmente distinto e com razões e trilhos que nem a razão entende, nem o globo, nem mesmo eu própria. e não consigo evitar sentir-me mal comigo mesma. contigo. como se a nossa situação fosse ainda mais errada do que aquilo que me parece. ele és tu, a S sou eu e ela é a M. e é com isto, ao criticar, embora dolorosamente a atitude dele e ao dar-lhe razão a ela, que penso... será que tenho agido assim tão mal? serão as coisas assim tão lineares? já nem sei nada sequer.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

"disseram que o teu beijo matava e eu não liguei, 
há alguma maneira de sair com vida de ti?"
sinceramente? também queria uma lufada de ar fresco. sinto que preciso. estou há 3 anos presa no mesmo calabouço e há algo em mim que não me deixa sair. que não quer sair. que me diz que este é o caminho certo a seguir, por muito que eu queira acreditar que não. que vê uma placa de "saída de emergência" onde eu vejo algo como "perigo de morte". há algo que me puxa para ti mesmo quando eu fujo, mesmo quando vejo esperança para a minha felicidade noutras almas que não a tua. há algo que derrete a minha teimosia e mau feitio quando me agarras ou me abraças. há algo que só vê um conforto genuíno nos teus braços. e a verdade é que até tu tens uma vida para além do que temos aqui. isto que temos aqui. seja isso nada ou até tudo. independentemente disso, tens uma vida para além disso. e à minha volta, tudo parece estar a compor-se. menos eu, que continuo aqui, numa fase que nem reconheço como minha. não sinto nada e sinto tudo. e sei que por ti, perdi certas oportunidades que podiam ter resultado (e uma que eu sei que muito provavelmente teria resultado), e perdi-as de facto, mas porque quis. porque estar contigo fazia-me feliz, não o nego. porque independentemente de tudo, nunca me senti com ninguém da mesma maneira como sempre me senti contigo. como ainda me sinto, independentemente de tudo. mas mesmo assim, sinto que neste momento, preciso de me sentir realmente valorizada. e logo agora que me sinto minimamente pronta para isso, para um novo caminho, o meu mundo estagna. não estou habituada a isso, admito. sinto-me quase como um mero grão de areia no meio do deserto. sinto que não há nada novo, e eu, sendo complicada como sou, sei que despertar verdadeiramente a minha atenção não seria uma tarefa fácil, mas não quero pensar que seja algo impossível. quero ser valorizada, mas será que tenho valor para tal? será que o problema não é meu? será que sou "boa o suficiente" para isso? não queria nada disto na minha cabeça, eu não sou assim. não sou nada destas coisas. não me apego facilmente e nunca procurei nada de ninguém. gosto que as coisas surjam com naturalidade e não faço nada só porque sim, se faço, é porque sinto, e se sinto, é porque é forte. nunca fui de "quases", mas sempre quis ser menos indecisa. e não procuro "alguém". nada disso, nem nunca procurei. nunca precisei de ninguém para ser feliz e não ia ser agora a começar. mas só queria algo verdadeiro. acho que é o que toda a gente quer. algo que me preenchesse a alma. que me fizesse sentir completa. podemos conhecer-nos de novo? não procuro atrações físicas, isso é o que não deve faltar por aí. procuro o que sempre me atraiu. conexões mentais. cliques instantâneos. aquela coisa que não há denominação. não se classifica, apenas se sente. só tive isso duas vezes, embora para mim só uma delas conte. e digo, é a melhor coisa que se pode sentir. e era disso que eu precisava. de um clique. de alguém que não me saturasse ao fim de um tempo, que não me fizesse recuar ou ter medo. alguém que me fizesse sentir segura de mim, que me completasse por inteiro. não preciso de "alguém", preciso de "uma pessoa em específico", seja ela quem for, desde que seja "a pessoa". simplesmente alguém que faça clique, não é comum, mas é só isso. um mero clique.

terça-feira, 23 de junho de 2015


make a wish.
or not. idrk

sábado, 20 de junho de 2015

tenho tanto para dizer e nem sei por onde começar. em tão poucos dias, tantas emoções... só naquela noite, fui dos céus ao inferno num ápice. E é por estar nesta dormência de não saber ao certo o que sinto, ao estar neste mar de dúvidas, que não consigo expressar nada em condições. talvez precise de mais um tempo para assentar as ideias. ódio. amor. certeza. indecisão. revolta. paixão. repulsa. desejo. desilusão. orgulho. não sei o que dizer, não sei o que fazer, não sei sequer o que pensar ou sentir. e é curioso porque naquela noite, sentia realmente que as coisas podiam mudar. que havia algo, uma réstia de esperança, que já não via há muito. percepções podem ser erradas, ações podem ser mal interpretadas, e fotos não passam de fotos, mas foram demasiadas evidências. as abordagens, os "vocês fazem um casal lindo", os "quem me dera que alguém me olhasse assim", os "é o teu namorado, não negues. esses olhares não enganam ninguém", os "parece que só se querem ver um ao outro", os "essa foto é tão linda, de onde a tiraste?" ou os "vocês são feitos de química... e de mais qualquer coisa, que eu não sei o que é, mas que notei a léguas", arrasaram-me. e pensar que naquela noite também eu senti um pouco da magia que me falaram... deixa-me ainda mais confusa. pensei mesmo que algo podia mudar para melhor. mas ao que parece foi só mais um sentimento ilusório. já devia ter aprendido.

domingo, 26 de abril de 2015

"Escrevo para ti porque, sejamos sinceros, para quem mais poderia escrever? Os meus pensamentos concentram-se em ti porque não há nada que me cative mais do que o teu sorriso. Não há nada que me enlouqueça mais do que a forma como olhas para mim. A forma como me observas. Ver, qualquer um me vê, mas tu, conheces-me e compreendes-me a alma apenas com um olhar. Basta um segundo para que saibas o que penso. Basta olhares para mim para te veres a ti. (...) Como poderia não te escrever? Descrever cada traço teu, cada onda da tua voz, cada expressão que fazes. Podia olhar para ti o resto do tempo e viver feliz. Feliz por saber que somos eternos, mesmo que sejamos efémeros."
Fazes-me tão bem e ao mesmo tempo tão mal. És-me tanto. Quero afastar-te, mas há algo que não mo permite. Afastar-te faz com que afaste do mundo uma parte de mim. E eu sei que nunca te serei indiferente. Somos o Espelho um do outro, no fundo ambos o sabemos. Sempre o fomos. E por muitas negas e costas voltadas, quando estamos juntos, parece que o mundo pára. Nada mais existe, mais ninguém existe. Só Tu e Eu, naquele terceiro espaço, naquele mundo paralelo. Mas depois, somos assombrados com o Sopro gelado da realidade. Foram escolhas, prioridades. Magoa, muito, mas não há nada que possa fazer, infelizmente. Sei que (querendo ser otimista, mesmo assim) tão cedo Não te Vou Esquecer, mas vou fazer de tudo para conseguir alcançar de facto a minha felicidade, mesmo que tenha de ser sem ti. Porque embora tenhas ido embora e só queira correr para ti, num grito sufocado de "Volta, nunca quis que tivesses ido embora", não posso contrariar as tuas escolhas. Tenho simplesmente de tentar (e conseguir) seguir em frente. Porque, embora te tenha perdido, nunca perderei quem sou na realidade. Isso é certo. Não Me Perco. Foste a minha tarde na praia e a minha noite num bar ao balcão. Foste o meu sorriso e as minhas lágrimas. Foste a minha água, o meu Café Curto e a minha garrafa de vodka. Foste o branco, o rosa e o preto. Foste o tudo e o nada. Tenho, ao menos, a certeza que o que nos uniu, nem que durante um abrir e fechar de olhos, foi de facto sentido, foi de facto Verdadeiro. E nesta corda bamba em que me deixaste, nesta Margem entre a razão e a emoção, neste oceano de dúvidas, questiono estes 3 anos que passaram. Questiono o presente, questiono o futuro. Entendo que estamos demasiado Longe, que estamos a errar ao estar de costas voltadas. E tu, esconde-te atrás dessas ideias erradas de amor, esconde-te atrás desse Falso Espelho que tens à frente, quando o verdadeiro está apenas coberto com um pano. Longe da vista, longe do coração. E se alguma vez tentares partir o espelho, o verdadeiro, não terás 7 anos de azar, mas sim 7 anos de lembranças minhas. Lembranças e arrependimentos. Pensa, por favor. Até Breve.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Nervos à flor da pele. Uma ansiedade que nem me cabe no peito. 6 dias.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Não sei ao certo se valho a pena, nem se sou minimamente significante, mas sei wue era eu. Podes dizer ao mundo que ela é a mulher da tua vida, mas eu e tu sabemos que não é assim. Ganhaste a "mulher que sempre quiseste ter na tua vida". Tudo bem. Mas garanto-te que perdeste a mulher que sempre quiseste ter na tua vida. Entende a diferença. Já não sei nada. Adeus. Sejam felizes. Ainda bem que ela é assim tão melhor que eu. Sempre o soube, mas constatá-lo doeu mais que nunca.

Foda-se. Foda-se, foda-se, foda-se. Como é que eu posso ser tão estúpida? Esta é de vez, sê feliz. Nem sei o que raio hei-de dizer. I'm so fucked up it hurts.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

"não, nunca me serás indiferente, aliás, assusta-me saber que um dia se algo me acontecer e me esquecer do meu próprio nome, ainda me devo lembrar do teu e isso fode-me"
Se me fode. Foda-se. Foda-se. Porque e que tens este efeito em mim? Não confio em mim quando estou contigo. Nunca confiei. Eu não sou eu - embora sejas das poucas pessoas com quem posso ser eu mesma - e deixo de ter controlo nas coisas, deixo a razão de lado. Passo a gostar ate do que detesto e contigo, todos os complexos desaparecem. Fazes-me sentir a rapariga mais feliz do mundo. O que temos é verdadeiro. Único. Ou parece. Mas eu não sou a única. E eu não consigo aceitar isso. Sempre disse que nunca seria a segunda opção de ninguém, e neste momento, nem sei se sou sequer isso para ti. Nao posso continuar com isto como se nada fosse. Como se ela não existisse. Já não sei nada. Apetece-me ir para uma ilha deserta e ficar lá, longe de tudo, longe de nada, longe de ti, mas perto de mim. Já nem inspiração tenho para escrever alguma coisa de jeito.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

sempre foste diferente de todos os outros. se calhar foi por isso que me marcaste tanto. foda-se, porquê? porquê? ninguém compreende o que estou a passar. sei que estás com ela e não poder fazer nada. tenho que testemunhar a vossa felicidade diariamente e fingir que não me incomoda minimamente. e depois, por outro lado, tenho de lidar com o facto de ainda mexeres comigo de uma forma estonteante. e de eu saber, que apesar de tudo, ainda mexo imenso contigo. não sei o que é suposto fazer, dizer, pensar. isto está a afetar-me mais do que alguma vez eu permitiria que algo me afetasse. e para além disso, fiz o que pediste. escrevi a tal "carta que nunca te escreveria", "carta que sempre te quis escrever, mas nunca consegui", "carta que tu nunca lerias" e a tua reação foi nula. imploraste-me que o fizesse durante meses e quando o fiz, quando coloquei tudo o que me vai na alma em meras folhas de papel, decidiste simplesmente ignorar. juro que não te compreendo. dás voltas e voltas à minha cabeça e neste momento já não sei o que fazer. eu não sou assim. sempre foste diferente, em tudo. e eu soube isso logo no primeiro dia em te conheci. tal como no dia em que te perdi. e sei-o agora, quando o mundo me diz que te perdi, mas o meu coração não quer acreditar. será um bom instinto ou uma mera ilusão?

terça-feira, 31 de março de 2015

                                        so many thoughts running through my mind                   
não compreendo, não compreendo mesmo. quando alguém importante para mim está mal, eu preocupo-me, faço tudo para a pessoa voltar a sorrir, estando eu tanto no meu melhor como no meu pior estado. no entanto, quando eu estou mal, para além de ninguém reparar - por muito que eu o esconda - não sinto preocupação, parece que lhes passa ao lado. quando está tudo bem comigo e o mundo está mal, eu tento ajudar o mundo, conseguindo ou não. quando o mundo está perfeito e eu não, parece que tenho de tratar de mim sozinha. não compreendo... será egoísta da minha parte querer apenas que se preocupem minimamente comigo sem que eu queira que se preocupem? que vejam nos meus olhos que não estou tão bem como digo estar? é estranho, mas sinto que dou tudo de mim. digo bem, eu dou tudo de mim. tenho de me começar a habituar a isso. enfim

segunda-feira, 30 de março de 2015

"Risco-te sempre dos meus planos emocionais, embora saiba que és uma das partes mais verdadeiras das minhas emoções."
foda-se, e agora? o que raio é suposto eu  fazer? sinto-me sem rumo. já não sei nada.
é tão isto, tão tão isto. foi isto que sempre te quis dizer, mas para o qual nunca consegui arranjar palavras. foi isto. é isto. e sei que contigo é o mesmo. podes estar com ela, amá-la perdidamente e podes até passar o resto da tua vida com ela, mas eu sei que no âmago do teu ser, no ímpeto da tua alma, os teus olhos ainda brilham quando o reflexo deles sou eu. sei que o teu coração bate quando me abraças, mesmo que já não o sintas bater há muito tempo. sei que há uma parte tua em mim e uma parte minha em ti. sinto-o. devo ser só eu a senti-lo, e até pode ser apenas uma mera ilusão, mas algo me diz que ainda há algo. qualquer coisa, por muito pequena e mínima que seja. gosto tanto de ti. mais ninguém me faria ficar, da forma que fico, por ti. contra mim, talvez, mas não posso evitá-lo. porque contigo sinto-me em casa. sempre me senti. e até longe, te sinto perto. neste momento, estou farta de me sentir perdida e embora a razão me leve à procura de novos mundos, o meu coração sabe onde pertence. home is where your heart is.
porque é que te conheci? porque é que tiveste este impacto em mim, porquê?
tenho de te tirar da minha mente, de mim. não deve ser assim tão difícil. se ninguém quer saber, se ninguém se importa, se lhes passa ao lado, se podem gozar ou simplesmente ignorar, eu também posso, eu também consigo. hei-de gozar até não poder mais e simplesmente ignorar que me deixas tão feliz mas tão triste ao mesmo tempo.

quinta-feira, 26 de março de 2015

f
"Tu não viste a forma como ele olhou para ti, pois não? Foi uma coisa meia inexplicável. Especialmente porque tu não viste... Foi isso que foi tão "wow". (...) Como se fosses a única luz dos olhos dele. Como se ele nunca mais quisesse ver mais ninguém à frente. E ele devia estar contigo e não está. E agora é que percebi o quão estúpido ele está realmente a ser. (...) Quando subiste para lá, logo. E ficou assim o tempo todo. (...) Ele olhou para ti como se fosses a única coisa importante no mundo."
"Comecei por reparar nos olhares que ele te lançava mesmo antes de ires ter com ele. (...) Havia uma certa intensidade no olhar dele. (...) Só um cego é que não repararia".
                     "Esses olhares eram bastante intensos e nada indiferentes."
"Tu sabes que ainda existe qualquer coisa, nunca deixou de existir mas ele prefere a farsa ao verdadeiro..."
ainda não consegui parar de pensar nisto. tenho a certeza que não passou de uma mera ilusão e de uma má interpretação. só pode. quando estou contigo, sinto que a chama ainda está acesa, mas por outro lado, já nem sei nada. só sei que a minha única vontade era correr para os teus braços e nunca mais te largar. queria começar do ponto de partida, do 0. dói tanto não te ter comigo. nos teus olhos voltei a ver o meu espelho e nos teus braços o meu refúgio. tinha conseguido apagar-te da minha mente ou apenas tapar-te com um pano para não te ver, não te sentir, mas decidiste acordar do teu sono profundo com uma força inexplicável que me domina, mais uma vez. não sei o que hei-de fazer. tenho o mundo de pernas para o ar. luto mais uma vez ou acabo com isto de uma vez por todas? só queria que elas tivessem razão.

sábado, 21 de março de 2015

Devo falar do que aconteceu sexta ou  devo apagá-lo da minha mente? Não me sais da cabeça. E logo agora que estava pronta a esquecer-te. Parece que me acordaste de novo, depois de um coma profundo. E agora? Durmo ou vivo?

domingo, 15 de março de 2015

tenho tanto para dizer e nem sei como o hei-de fazer sequer. o que é que eu faço?

segunda-feira, 9 de março de 2015

tenho de te apagar da minha mente. tenho de esquecer a profundeza do teu olhar, a pureza do teu sorriso, a intensidade das tuas palavras e a precisão do teu toque. tenho de apagar o teu perfume das minhas roupas e as marcas dos teus beijos no meu corpo. tenho de esquecer o sabor dos teus lábios e a complexidade da tua alma. tenho de te apagar de mim, por muito que me custe. às vezes dói-me bastante. finjo não me importar - não pelos outros, mas por mim, e nem que seja para começar a acreditar que não me importo realmente - mas por vezes é complicado lidar com isso, é demasiado forte. normalmente esqueço-me, mas quando dói, dói tanto como se fosse o primeiro dia. é uma dor sufocante que me faz sentir inútil. toda esta situação dói tanto. a distância. tudo o que aconteceu e as consequências que me atingiram como flechas. dói-me no que sou e no que não sou. na parte de mim que não sabe o que ser sem ti. nunca dependi de ninguém para nada e nunca hei-de depender. não há-de haver ninguém a fazer-me mudar quem sou e/ou o que quero. mas fazes-me tanta falta. arrasa-me não poder sentir-te, tira-me tanto. fugiu-me o amor que me ativava os pulmões, mesmo quando me tirava o fôlego. o amor que fazia a minha alma gritar, mesmo sentindo-se em paz. que bombeava sangue ao meu coração com uma potência arrasadora. quem me fez sentir mais confortável, mais bonita e imprescindível. que me fazia sentir tão bem mas que no fim me decidiu tirar tudo. que virou a página sem terminar a leitura da anterior. que deixou as palavras ali, presas, sós e desamparadas, sem dar qualquer tipo de justificação. deixou-as ali, sem qualquer resquício de esperança, mas mesmo assim, continuou sempre a relembrar-lhes (iludi-las) que aquela era a sua página preferida e que o que mais queria era lê-la vezes e vezes sem conta, até ao fim da sua vida. mas não leu mais. preferiu continuar com a nova página, a nova história. a nova vida. foi assim que me deixaste. foi assim que me trataste. e saber que estás feliz com ela, dá cabo de mim. especialmente por eu não conseguir fazer o mesmo. por continuar presa a ti e saber que há uma parte de mim que gosta deste calabouço, enquanto que os restantes átomos que me constituem anseiam, desesperadamente por sair daqui e respirar ar puro. quero poder olhar para vocês sem sentir mágoa. nostalgia e algum sentimento de remorso hei-de sentir sempre, mas não quero ter vontade de chorar de cada vez que vejo algo vosso ou algum testemunho do vosso sentimento. mereço mais. mereço melhor. pior vai ser quando tiver de vos ver em concreto. não faria sentido nenhum não ir, as minhas promessas são sempre cumpridas, na medida do possível, e a minha palavra, é sagrada. no entanto, só queria que ela deixasse de existir naquelas horas, só isso. não queria ter de vos ver, tão felizes como são. não queria ter de me fingir de simpática e fingir que não me importo, quando na verdade vou estar ali a morrer por dentro. eu, tu, a tua namorada e as miúdas que me odeiam. nem quero sequer imaginar. perceber finalmente, em carne e osso, que já não sou eu, que passei à história. que ela é a tua história, e que está a ocupar o meu lugar.
hoje uma mulher reconheceu-me. era uma funcionária nos armazéns e eu ia experimentar um vestido. ela perguntou para que tipo de ocasião era, e a minha mãe fez o excelente favor de lhe dizer para o que era. a rapariga, num impulso, disse que me conhecia e ficou histérica a pedir para te mandar beijinhos abraços e o habitual. consegui fugir do assunto e quando experimentei o vestido ela disse "ele vai adorar" e eu ironicamente disse "vai vai" e novamente fugi ao assunto. ela não perdeu tempo ao dizer que eu tinha corado e que ali havia história, quando na realidade, estava apenas calor... idiotices. quando me fui embora, a minha mãe estava cá fora e ela aproveitou e, ao me dar o saco, disse que me estava a reconhecer e perguntou como ia a nossa relação, porque aparentemente, éramos "o casal perfeito". foda-se. não me podia ter dito pior coisa. engoli em seco e disse "já não estamos juntos, ele está com outra pessoa." consegui disfarçar as lágrimas que queriam sair, mas sentia a minha cara e todo o meu corpo em ebulição, prestes a explodir. o que vale é que a miúda me deu mais força que nunca, para além de lhe ter saído logo um "cabrão" pela boca... o que se perdoa, e se ri também. o que vale é que me disse que tinha de ter a maior força possível e colocá-lo para trás das costas, mas que o importante era aparecer lá de cabeça erguida e o mais bonita possível, por dentro e por fora. foi um bom incentivo. esta semana vai custar a passar, tenho medo do que possa vir aí. mas depois desse dia, tenho realmente de me mentalizar que as duas almas supostamente destinadas a estarem juntas, têm de ser separadas de vez. queria que voltasses, nem que fosse por um mísero segundo. queria ter-te apenas por mais um momento, marcar-me de novo em ti. queria que me fizesses sentir protegida e segura de novo. preciso de ti. tenho saudades tuas. de quando paravas o tempo e o espaço em nosso redor ficava vazio. preferia ter-te comigo com todos os teus defeitos e singularidades, do que não te ter aqui. mas sei que nunca vai acontecer, por isso, tenho que me conformar e seguir em frente. sei que nunca te vou esquecer por completo. haverá sempre uma parte de ti em mim. contigo cresci e aprendi muito, independentemente de tudo, foram 2 anos e alguns meses. nunca vou esquecer o que passámos juntos, que para muitos pode ser desde insignificante a possessivo. independentemente disso, foi o que nos suportou. nunca vou esquecer os teus olhos cor de mel cravados em mim. não vou esquecer o primeiro olhar, o primeiro toque, o primeiro beijo. nem os últimos. as primeiras palavras, as primeiras gargalhadas, as primeiras lágrimas e os primeiros sorrisos. não me vou esquecer da forma como a minha cabeça encaixava no teu ombro ou no teu peito na perfeição e do quão segura me sentia quando me abraçavas. de quando me deixavas sem voz ou sem fôlego. de todo o vício que me ligava a ti. de quando me fazias sonhar acordada ou passar as noites em branco. deve ser pecado querer-te nem que seja por apenas mais uma vez. mas quero. e luto constantemente contra essa vontade que se tem revelado tão forte. não se esquece alguém tão importante assim. mas eu já o devia ter feito. e agora, tenho mesmo de o fazer. quer eu queira, quer não, mudámos. eu já não sou a mesma e tu também não. mas há algo que nos distingue. a minha essência é a mesma, apenas abri os olhos, enquanto que tu mudaste radicalmente. ou pelo menos tentas esconder quem és realmente com uma capa que me dá, no mínimo, pena. ambos sabemos que na verdade, estávamos mais felizes juntos, apesar de tudo. mas tal como te disse, continuas a ficar cada vez mais vazio. quando bateres no fundo, quero ver o que vais resolver da tua vida. encontrar-te foi difícil mas esquecer-te releva-se ainda mais. encontrei a minha lua mas vou ter de me separar dela, para o meu próprio bem. tenho de me mentalizar que já não me pertences. tenho de deixar de te pertencer, nem que seja apenas uma mísera parte de mim. sei que haverá sempre algo meu em ti e por certo algo teu em mim. mas ao que parece, isso não basta. de todo. preciso de me sentir inteira e de sentir alguém por inteiro, e não por metade. mais uma vez, mereço mais e melhor. espero eu.
mas o "mais" e "melhor" és tu. eu sei que és e não consigo pensar noutra pessoa qualquer que não tu. o meu corpo, a minha alma, o meu coração. tudo o que me constitui quer ter-te com uma intensidade tal que já nem eu sei controlar. nada mais me resta para além de contrariar esse desejo que me corrompe e isolá-lo bem longe das minhas emoções. não posso. não quero. só espero que nunca mais tenha de te olhar nos olhos, porque aí sei que me vou apaixonar outra vez, como se fosse o primeiro dia. e também sei que o meu olhar não te será de todo indiferente. no entanto, o teu coração já pertence a outra, mas o meu continua preso a ti.tenho de me separar de ti.  até sempre, meu amor,

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

your kisses were cocaine on my lips and your touches were ecstasy to my hips
estou ressacada. faria qualquer coisa para me voltar a sentir como tu me fazias sentir. queria poder desintoxicar-me por completo, ou voltar ao mesmo ciclo vicioso. mas quero sair deste meio termo. nunca fui de vícios, mas viciei-me em ti. e acredita que isso valeu por todas as drogas do mundo, só não me mata nem me controla. mas possui-me e toma conta de mim. se me aparecesses à frente, não sei bem o que faria, e tenho receio disso. tenho de pôr um ponto final nisto, de uma vez por todas.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015


ao que parece nunca fui eu. tenho pena por ter acreditado que íamos dar certo e que eras tu... eras tu. tenho pena por ainda hoje não te conseguir afastar da minha mente, de mim. eras tu, eu sei que sim. mas não era eu, nunca fui. e fazes questão de mo relembrar dia após dia. talvez um dia, quando deixar de doer, eu também me possa aperceber que no fim de contas, não eras tu. que algum dia irei encontrar alguém melhor do que aquele que me deu o mundo e do nada, me tirou tudo. um dia hei-de conseguir tirar-te de mim.
espero eu.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015



'Mas o amor já nos deixou
E o mundo desabou
Mas o tempo não mudou
O que foste para mim'
fuck, porquê?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

se ainda estivéssemos juntos, hoje faríamos 2 anos e meio. 2 anos e meio. e ontem, ao ler as tuas palavras, senti me prestes a querer ceder de novo. senti-me a fraquejar. mas felizmente tenho o meu auto controlo. gosto mais de ti do que de muita coisa. mas felizmente gosto mais de mim do que de ti. por isso, não vou fraquejar e embora saiba que o que dizes no fundo é verdade, não posso deixar que isso se volte a apoderar de mim. também não te esqueci. dói me tanto ou mais do que no primeiro dia que passei sem ti. mas tenho de ignorar isso como tenho feito até agora, tem de ser. queria dizer te tudo o que tenho aqui guardado, mas não posso, não quero, não o vou fazer. enfim, isto não passa de um mero desabafo e há de se manter assim, o assunto morre aqui. mas mesmo assim, o mau pressentimento continua a perseguir me. e hoje em particular sinto o demasiado perto. tenho medo porque tenho quase a certeza que algo vai acontecer. e não quero. e tenho medo do que possa ser. espero que seja apenas um mal entendido. enfim. especialmente hoje, espero que estejas bem. hás de ser sempre importante para mim. hás de ser sempre tu. e eu hei de continuar a fingir que não passas de um nome conhecido. tem um bom dia.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

                              I shouldn't say it, but I'm starting to think I care. A lot. 
só queria conseguir distanciar-me de todos os pensamentos que me têm perseguido. parece que a cada madrugada que passa, tudo se intensifica. o bom e o mau. estou tão confusa. e logo agora, com o meu mundo de pernas para o ar. só peço paz e tréguas.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

which one of you could truly love my dumbest side? and my sweetest side? which one of you would be able to love me entirely, with all of my imperfections? none of you?
só te quero a ti. só tu conseguiste aquilo que parecia impossível. só tu conseguiste que me sentisse amada, realmente bonita. que sentisse que valia a pena. só tu o conseguiste. todas as outras pessoas, desde as maiores intimidades até a míseras mas intensas trocas de olhar no meio da rua, nunca ninguém conseguiu nem um terço do que tu conseguiste. não passaram de réplicas. ou de tentativas de tal posto. e fode-me por completo pensar sequer que isso é possível. que possas estar tão feliz com outra pessoa que não eu e que eu continue a deambular na esperança de que algo volte ao normal, embora me convença que não preciso de ti para absolutamente nada. preciso.é quase uma necessidade fatal. parece que tudo o que me rodeia carece de oxigénio com a tua ausência. não sei se ainda te amo, mas preciso de ti como se de uma droga te tratasses. és um vicio e como qualquer viciado, sem a minha droga, seco por dentro num corpo frio que nem é meu, por entre chamas que me inflamam. no entanto, neste momento, é possível que só ele possa tomar o teu lugar, nunca te substituindo. porque tu serás sempre tu. no entanto, ele também será sempre... ele. mas não sei se consigo avançar. não consigo. não sei explicar o que sinto, ele nunca foi um mero amigo, admito. mas não sei, a minha cabeça está uma confusão. aliás, não faz sentido escrever nada quando só me apetece apagar o que escrevo e escrever o que apago. eu tentei, mas enquanto escrevo o que me parece verdadeiro, há uma parte de mim que me diz que não estou a escrever o que sinto. quero e preciso de escrever sobre ti, para ti, mas há algo que me diz que não é aqui que sou feliz. que mereço melhor. tenho de clarear as ideias e perceber o que quero, porque algo me diz que te quero como sempre te quis, mas há uma parte de mim que, como sempre, me puxa para ele e me diz que é ali onde reside a minha felicidade. sempre odiei sentir-me confusa e neste momento, parece que o meu mundo se transformou numa incógnita.
esquece, mais vale nem tentar.