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domingo, 14 de dezembro de 2014


até já as pedras da calçada e as ondas do mar choram por ti, sentem a tua falta. a tua, a minha, a nossa. sentem saudades daquilo que parecia ser tudo, mas que pelos vistos nunca foi nada. e eu limito-me a fingir que nada em ti me afeta, que estou feliz com a tua mais recente felicidade e que não me provocas absolutamente nada para além de raiva e sonoras gargalhadas. ainda bem que sei representar. as ruas que chorem por ti no meu lugar e as pedras da calçada que sintam a tua falta, que eu limito-me a fingir que não sinto.

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