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quinta-feira, 26 de março de 2015

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"Tu não viste a forma como ele olhou para ti, pois não? Foi uma coisa meia inexplicável. Especialmente porque tu não viste... Foi isso que foi tão "wow". (...) Como se fosses a única luz dos olhos dele. Como se ele nunca mais quisesse ver mais ninguém à frente. E ele devia estar contigo e não está. E agora é que percebi o quão estúpido ele está realmente a ser. (...) Quando subiste para lá, logo. E ficou assim o tempo todo. (...) Ele olhou para ti como se fosses a única coisa importante no mundo."
"Comecei por reparar nos olhares que ele te lançava mesmo antes de ires ter com ele. (...) Havia uma certa intensidade no olhar dele. (...) Só um cego é que não repararia".
                     "Esses olhares eram bastante intensos e nada indiferentes."
"Tu sabes que ainda existe qualquer coisa, nunca deixou de existir mas ele prefere a farsa ao verdadeiro..."
ainda não consegui parar de pensar nisto. tenho a certeza que não passou de uma mera ilusão e de uma má interpretação. só pode. quando estou contigo, sinto que a chama ainda está acesa, mas por outro lado, já nem sei nada. só sei que a minha única vontade era correr para os teus braços e nunca mais te largar. queria começar do ponto de partida, do 0. dói tanto não te ter comigo. nos teus olhos voltei a ver o meu espelho e nos teus braços o meu refúgio. tinha conseguido apagar-te da minha mente ou apenas tapar-te com um pano para não te ver, não te sentir, mas decidiste acordar do teu sono profundo com uma força inexplicável que me domina, mais uma vez. não sei o que hei-de fazer. tenho o mundo de pernas para o ar. luto mais uma vez ou acabo com isto de uma vez por todas? só queria que elas tivessem razão.

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