"não, nunca me serás indiferente, aliás, assusta-me saber que um dia se algo me acontecer e me esquecer do meu próprio nome, ainda me devo lembrar do teu e isso fode-me"
Se me fode. Foda-se. Foda-se. Porque e que tens este efeito em mim? Não confio em mim quando estou contigo. Nunca confiei. Eu não sou eu - embora sejas das poucas pessoas com quem posso ser eu mesma - e deixo de ter controlo nas coisas, deixo a razão de lado. Passo a gostar ate do que detesto e contigo, todos os complexos desaparecem. Fazes-me sentir a rapariga mais feliz do mundo. O que temos é verdadeiro. Único. Ou parece. Mas eu não sou a única. E eu não consigo aceitar isso. Sempre disse que nunca seria a segunda opção de ninguém, e neste momento, nem sei se sou sequer isso para ti. Nao posso continuar com isto como se nada fosse. Como se ela não existisse. Já não sei nada. Apetece-me ir para uma ilha deserta e ficar lá, longe de tudo, longe de nada, longe de ti, mas perto de mim. Já nem inspiração tenho para escrever alguma coisa de jeito.
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