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sexta-feira, 10 de julho de 2015

apercebi-me que nunca fui capaz de falar com ninguém sobre os dias que passei no algarve. se calhar porque foi a partir desse momento que soube que a chama ainda estava acesa. porque, esse mês e o anterior foram fantásticos. porque nesse dia em questão, senti que estávamos de facto destinados aquilo. foi errado? talvez. mas foi o melhor erro da minha vida. foste o meu maior e mais desmedido erro e não me arrependo. porque foste tu. porque és tu. porque com a minha teimosia, a minha facilidade em me fartar, a minha moral e o meu amor próprio, em situações normais já teria desistido ha muito. mas ha algo que me mantém aqui. e sei que nisso, nao estou sozinha. se quero avançar? quero. é o momento do tudo ou nada, tem de ser. mas não é por isso que deixo de gostar de ti. gosto tanto, tanto, tanto. não o digo porque sim nem porque fica bonito, digo-o porque é o que sinto realmente. e não, não grito aos 7 ventos a nossa história e muito menos os meus sentimentos, não me deixo ir em todas as tuas propostas por muito que o meu desejo me leve diretamente para os teus braços. não te respondo aos "meu amor", aos "princesa" e às tuas declarações constantes, por muito que o queira fazer. finjo que nao estremeço de cada vez que me chamas "meu bem" quando na verdade me arrepio sempre que oiço essa expressão, venha de quem vier. não faco nada disso. não por não querer. algumas não faço para o meu próprio bem, outras não faço porque não sou assim, não tenho essa necessidade. basta-me sentir. são 3 anos. só nós sabemos o que já passamos, as pessoas limitam-se a supor o resto. sinto o suficiente para escrever um livro , no entanto, escrevo um capitulo e divulgo um parágrafo. 

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